segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

A morte é vida!



A morte é vida!

A morte não é nenhuma senhora.Também não é nenhuma entidade que nos queira mal. É apenas, um outro estado do ser humano.Só que diferente e jamais, creio, testemunhado, apenas intuído.

Ora imagine-se uma casa alimentada por duas garrafas de gás que são controladas por sua vez por um dispositivo mecânico ou eletrônico. Quando uma das garrafas fica vazia aquele dispositivo imediato, automática e simultaneamente muda o débito do gás para a outra que está cheia, mantendo a casa sempre operacional.

Analogicamente tomemos a casa como o ser humano, sendo as garrafas respectivamente, a sua morte e a sua vida.Quando aquele dispositivo é acionado, sobrevém o estado de morte ou o estado de vida, que se revezam constantemente segundo a teoria kármica.

A morte não é sem a vida e esta não é sem aquela. Qual é o drama? Não é certamente o clique da mudança ( de garrafa), que de tão rápido, mal é, logo não é, pois que começa a ser passado. E começa, isso sim, a contar cronologicamente o estado de morte para que se passou,” evoluindo ou regredindo”.

Então temos que a casa, o ser humano, por inerência própria da sua condição,apresenta-se como estando morto ou vivo. O estado de morto não se pode dissociar do estado de vivo. Este não é sem aquele.E o contrário é verdadeiro.

Então como falar em morte sem falar em vida? É um completo absurdo. Ao falar-se de um estado, fala-se do outro, É-se infantil quando se pretende escamotear. Trata-se da mesma realidade.

O drama é que ao imaginarmos a nossa passagem para o outro lado, e porque virgens da morte, não conseguimos ver para além do nosso corpo em decomposição. O que, diga-se,é assustador. Entramos no reino das trevas, dos diabos, belzebus, lucíferes,chifrudos, cornudos e afins onde os nossos medos encontram terreno fértil para se expandirem e nos obrigaram a cenas tão tristes que metemos dó.

Chegados aqui levanta-se um problema que se encontra no cerne de todas estas questões.

Um problema de monta. O sentido da humana existência

Ora bom! Somos seres vivos com muitos defeitos e poucas qualidades.Mas somos humanos. O que quer dizer, que, para além de termos nascido - por via daquele dispositivo -,estarmos a viver,comer, gozar e sofrer também concebemos, raciocinamos,realizamos, numa palavra, pensamos. E se pensamos,interrogamo-nos?
Mas porquê que é que eu nasci? Para que é que me foi dado nascer? Para sofrer? Mais valia não ter nascido..! Diz muito boa gente. É aqui que a nossa dignidade, com o orgulho próprio de homem racional, começa a exigir um sentido para a sua vida. E o sentido da nossa existência emerge como o maior problema do homem moderno.

Com efeito, porque é que nascemos. E para quê?

E os filósofos mais esclarecidos dão tratos de polé ao cérebro, rivalizando com os teólogos ao serviço das várias “fés” em presença no teatro das operações.

Desde a suprema ventura, parece que apenas reservada aos santos, de poderem esperar serem autorizados a sentarem-se à direita de um deus pai, até à partilha do mesmo sentido de existência, com os restantes animais, em metamorfoses contínuas, há de tudo, numa miríade de propostas que só pode ilustrar a capacidade de pensar do homem!

É minha opinião,formada depois de muitas leituras, muitas delas diagonais, que aqui, neste particular,há uma proposta, que me parece deter uma maior densidade lógica e que portanto, à falta de melhor argumentação , reputo como a melhor!

Ei-la!

O homem não é um ser acabado, nem física nem mentalmente Apresenta, no entanto, fortíssimo potencial, para ser, ele nem sonha o quê.Mantém-se como possibilidade latente para ser mais e mais.
Este mais e mais encontra expressão máxima em DEUS, que é ACTO PURO, é o SER, a PERFEIÇÂO. O homem não passa de potência para o ACTO de.. SER( DEUS). Encontra-se em trânsito permanente, em caminhada sem fim à vista (não é possível ver DEUS). O que faz dele eterno caminhante.

É portanto o homem, apenas possibilidade, mas uma POSSIBILIDADE que lhe dá a supremacia sobre todo o mundo animal.
Encontra-se o homem em ascensão para o SER SUPREMO. Mas esta ascensão tem os seus obstáculos.E é aqui que, com uma lógica inatacável, entra o problema da MORAL.

Com efeito, o homem só ascende, só consegue subir degraus rumo ao SER, à PERFEIÇÂO se for capaz de sofrer a limar as arestas que o prendem com os grilhões de toda a maldade de que é capaz enquanto vivente e portador de sentidos.

Daí que, e em jeito de conclusão, eu diga que é perfeitamente estúpido, fazer mal seja a quem for, a pessoas, e a outros seres vivos. Porque aquele que o faz, que prejudica outro, está, inevitavelmente, a atrasar a sua própria ascensão ao SER, e, o que é pior, arrastando consigo o resto da humanidade na sua caminhada para a PERFEIÇÃO.

Portanto, caros amigos, não façam mal a nenhum ser vivo. Não prejudiquem ninguém, e então podem ter a certeza que quando vos der o clique, estarão muito mais próximos de uma vida melhor!

E não tenham medo de morrer, porque:

A MORTE É CERTA PARA OS QUE NASCEM E CERTO É O NASCIMENTO PARA OS QUE MORREM-
Boa Viagem.

Inteligência que criou o universo



Deus
Devemos entender Deus como uma inteligência suprema, causa primária de todas as coisas, todas as leis fisicas, quimicas, biologicas que ainda tentamos entender.

Não existe no universo efeito sem causa. O universo existe, portanto ele tem uma causa. Duvidar da existência de uma INTELIGENCIA CRIADORA seria negar que todo efeito tem uma causa e admitir que o nada pôde fazer alguma coisa.

Se o sentimento da existência de um ser supremo fosse o produto de um ensinamento, não seria universal. Somente existiria naqueles que tivessem recebido esse ensinamento, como acontece com os conhecimentos científicos. Em todos os povos, em todos os tempos sempre existiu a percepção da existencia de uma inteligencia superior controlando as leis da natureza a qual pertencemos.

Atribuir a formação primária das coisas às propriedades íntimas da matéria seria tomar o efeito pela causa, porque essas propriedades são elas mesmas um efeito que deve ter uma causa.

Alugns acreditam na formação acidental e imprevista da matéria, ou seja, ao acaso. O que é o acaso? Nada.

A harmonia que regula as atividades do universo revela combinações e objetivos determinados e, por isso mesmo, um poder inteligente. Atribuir a formação primária ao acaso seria um contra-senso, porque o acaso é cego e não pode produzir os efeitos que a inteligência produz. Um acaso inteligente não seria mais um acaso.

Julga-se o poder de uma inteligência por suas obras. Como nenhum ser humano pode criar o que a natureza produz, a causa primária é, portanto, uma inteligência superior à humanidade.

Quaisquer que sejam os prodígios realizados pela inteligência humana, essa inteligência tem ela mesma uma causa e, quanto mais grandioso foro que ela realize, maior deve ser a causa primária.

É essa inteligência superior que é a causa primária de todas as coisas, qualquer que seja o nome que o homem lhe queira dar.

A Artista



Morri e Agora?

A Artista

Uma artista muito conhecida sofre de uma doença incurável em sua cama no quarto de sua mansão. O tratamento era tão doloroso que suplicava ao médico que o interrompesse. O médico insistia que aquilo era o que a medicina podia oferecer e que o tratamento deveria continuar.

Ela percebe que o médico a deixou de visitar. Será que ele teria realmente se convencido que o tratamento deveria ser interrompido?

Vivia em sua mansão com seu mordomo que era na verdade um apaixonado amigo que tudo fazia para agradá-la. Estranhamente o mordomo não falava mais com ela. Entrava e saia do quarto sem dizer nada. Antes de ficar doente a rica mulher havia perdido um filho tragicamente.

Então passou a ouvir uma voz que dizia: “Pense na sua vida e preste atenção nas mudanças que houve!”. Começou a ouvir vozes sem saber de onde vinha. Achava que era seu pensamento. Às vezes ouvia a voz do filho falecido e acreditava que era devido à saudade que sentia.

Começava a se sentir sozinha naquele quarto. Lembrava do tempo de fama, sucesso e com isso dinheiro. Foram maridos, amantes e muitas badalações. Foi em uma relação mais séria que nasceu seu único filho.

Uma o menino retornou mais cedo da escola vindo de carona com os pais de um amigo. Ao invés de tocar a campainha da casa resolveu pular a grade. Caiu e se feriu com uma ponta afiada da grade encravada em seu pescoço morrendo de hemorragia. A mãe então entrou em desespero, em depressão até adoecer.

Um dia o mordomo entrou no quarto e a mulher resolveu conversar com ele. Mas o mordomo não a ouvia. Ela pensa que poderia o ter ofendido.

Então escuta uma voz: “Já viu como é o corpo dele e como é o seu?”.

Ela se assusta com a situação e resolve ligar para o médico ou para o irmão. Se assusta mais ainda ao perceber que não consegue pegar no telefone.

O mordomo pega um retrato da mulher que estava em um móvel do quarto e diz: “Perdoe-me! Não pude impedir que seu irmão, seu herdeiro, vendesse tudo! Amanhã virá o caminhão para retirar os móveis que serão leiloados. Logo novos proprietários estarão aqui.”

A mulher entra em desespero. Como o irmão dela poderia ter vendido tudo se ela ainda se sentia viva?.

A voz novamente diz: “Veja a diferença!”. Ela então olha o mordomo e compara com seu corpo. Percebe que o corpo do mordomo era grosseiro e o dela leve e diferente. Eu irmão entra no quarto e começa a conversar com o mordomo sobre a retirada dos objetos pessoais e dos móveis. Então diz: “Minha irmãzinha morreu! Uma artista como ela, não deveria morrer nunca! Tem pessoas que vieram à Terra para serem eternas.”

A mulher desesperada se pergunta: “Eu morri?”. Não podia ser. Ela se sentia doente e não morta. Estava viva.

Ela então escuta a voz novamente: “Calma! Você nunca pensou nas coisas boas que fez?” A mulher começa a se recordar das coisas boas que fez na vida, da ajuda que deu a pessoas que estavam em sua volta. A voz então pergunta: “O que mais quer neste momento?”. A mulher responde: “Ver meu filho!”.

A mulher sente uma mão pegando na sua. É seu filho. Ele a diz que continuava vivo, que apenas o corpo havia morrido. E que ele estava tentando convencê-la aperceber que também não estava mais viva. Então o filho diz: “Venha comigo, aqui é local de moradia pra quem ainda tem corpo carnal, nós que o deixamos, temos outros locais para viver.”

A mulher foi levada para uma colônia onde ficou internada por muito tempo até se recuperar dos reflexos da doença que ainda estavam em seu espírito.

Com o tempo ela compreendeu que morreu sem perceber. Seu corpo foi enterrado com toda pompa de uma artista conhecida mas ela continuava na casa. A voz que ouvia era do filho que a visitava periodicamente tentando a fazer enxergar a realidade.

No final do capítulo existem alguns esclarecimentos.
Da mesma forma que os vivos comentam a morte de alguém conhecido os espíritos também ficam sabendo do fato. O choro e o sofrimento dos fãs normalmente incomoda os famosos que acabam de morrer. As orações destes fãs criam uma barreira que os protege de espíritos trevosos que tentam incomodar a celebridade falecida. O lugar para onde o famoso vai dependerá dos seus atos em vida da mesma forma que qualquer pessoa comum. Você sempre será atraído para o lugar que mais se adapta com sua personalidade e seu estilo de vida para ficar junto de pessoas semelhantes a você. Vive-se em meio ao bem certamente irá para um lugar do bem. Vive-se em meio ao mal certamente se sentirá mais atraído por locais onde o mal seja praticado.

Morri e Agora? A Enfermeira




A Enfermeira

Sônia estava atrasada para o trabalho. Depois de aprontar seus filhos para a escola chegou no hospital onde trabalhava. Ao atravessar a rua correndo é atropelada por um veículo. Logo os funcionários do hospital a socorreram. Ouvia seus colegas de trabalho dizendo que seu estado era muito grave. Durante o atendimento um dos médicos declara que estava morta.

Sônia entra em desespero, pois se sentia viva. Ouvia tudo que acontecia a sua volta. Suas amigas enfermeiras choravam e lamentavam sua morte. Porem uma voz de alguém que não conseguiu identificar diz que sabe que ela estava viva e que deveria se acalmar.

Ouve a voz dizendo que seria levada para um local mais tranqüilo e que deveria se acalmar. Sônia ainda sem entender nada conclui que seria levada para a U.T.I. Ao mesmo tempo continuava ouvindo choros e lamentações em sua mente.

Dormiu e ao acordar do sono em que se encontrava viu que estava em uma enfermaria, mas que não sabia onde ficava esta enfermaria. Achou estranho o fato de não encontrar os ferimentos que havia no seu corpo depois do atropelamento.

Um médico que nunca viu na vida entra no quarto e questiona se está bem. A esta altura ela acreditava estar saindo de um coma e que estava em outro hospital. Então ela pergunta para o médico:

- Onde estou?
- Você está na outra parte do hospital.
- Que outra parte? – indaga curiosa.
- Na que fica do outro lado – respondeu uma das senhoras que se encontravam no quarto.
- Lado, que lado?
- Do além – diz a senhora baixinho e rapidamente.
- Sônia – falou o senhor médico -, você compreenderá aos poucos.

Sônia fica aborrecida, finge dormir. Quando todos saem do quarto ela escapa. Passa por um corredor e vê uma escada. Logo reconhece o hospital onde trabalhava. Então volta para o quarto achando estranho o fato de nunca ter visto aquela parte do hospital onde trabalhava. Em um segundo momento ela foge do hospital.

Sem saber como ela chega na casa onde morava. Tentava por os objetos no lugar, mas percebeu que não os conseguia mover. Depara-se com seu filho e sua mãe e se surpreende pelo fato deles não a conseguir ver. Ninguém na casa a conseguia ver e ouvir. Sônia acha tudo estranho e acredita que a família estava irritada pelo fato dela ter fugido do hospital.

Isso durou semanas.

Aproveitando que sua mãe iria ao hospital pegar algumas coisas dela, Sônia vai junto. Ao chegar no hospital não encontra mais as escadas por onde havia fugido e perde sua família. Vai até a área de doentes terminais onde trabalhava.

Viu um senhor em estado terminal que já conhecia pelo fato de ser rude e mal educado com os funcionários do hospital que tratavam dele. O senhor tem o estado de saúde agravado e morre na sua frente. Sônia vê dois vultos escuros entrando no quarto. Um deles puxa o senhor da cama com força fazendo com que o senhor se transformasse em duas pessoas. O que ficou na cama estava morto e quieto. O outro parecia desesperado gritando e desaparecendo com o vulto. Pouco tempo depois uma senhora no mesmo local falece orando. Uma luz muito forte a envolve e a divide em duas, uma fica no leito e a outra é levada pela bonita luz.

Sônia assustada com tudo que estava vendo se depara com a mesma mulher que cuidava dela quando estava na enfermaria. Então fica sabendo que na verdade não possui mais seu corpo físico. Mas que continuava viva já que seu espírito não morre. Sônia fica ciente de que estava morta.

Levada novamente para enfermaria fica sabendo que já estava morta a oito meses. Pelo fato de ter dormido muito e ter ficado desorientada perdeu a idéia de tempo. Entendeu como chegou em casa. Foi através da volitação, uma espécie de viagem no espaço/tempo feita pelos espíritos de forma inconsciente ou consciente (quando se estuda para isto). Já o fato de ter conseguido trocar de roupa é explicado pela possibilidade que os espíritos possuem de “plasmar” objetos através de sua força mental.

O senhor que havia morrido e levado pelos vultos negros levou uma vida praticando maldade. Pessoas que sofreram estas maldades e que não o perdoaram o levaram para regiões trevosas com o objetivo de vingar-se dele. Já a senhora foi uma pessoa bondosa fazendo grandes amizades. Estes bons amigos a levaram para regiões melhores onde encontraria outros amigos e parentes para seguir sua vida como espírito.

Existe ainda a situação de morte vivida por Sônia que continuou por muito tempo ligada ao corpo material e por este motivo ouvia as vozes de seus parentes e os reflexos do seu corpo como se ainda estivesse dentro dele. Sônia só foi desligada do corpo 2 horas antes do enterro e precisou passar por um tratamento na enfermaria por todos estes meses. Muitos se recusam a abandonar o corpo e acabam sendo enterrados junto com ele.

Sônia se preocupa pelo fato de seu marido desejar ser cremado no lugar de ser enterrado. Então lhe explicam que nos crematórios existem equipes de espíritos socorristas especializados em realizar o procedimento de desligamento do espírito antes do inicio da cremação. Os bons espíritos são levados para colônias onde irão aprender a viver esta nova vida. Os espíritos imprudentes que não aceitam a morte ou a ajuda ficam a vagar ou retornam para a casa de seus familiares aqui na Terra até que um dia estejam prontos para receber algum tipo de ajuda.

Sônia é transferida para uma colônia no plano espiritual onde aprende a viver e a ser útil nesta nova forma de vida. Tempos depois é convidada a enfermeira socorrista no mesmo hospital que trabalhou quando viva.

E a vida fantasticamente continua.

Morri e Agora? - Arrumando as malas



Morte

Neste capítulo do livro é descrita a passagem de Nelson. Uma pessoa comum, casada, com filhos já casados, que dedicava parte do seu dia para trabalhos assistenciais junto a um centro espírita. Um dia antes de sua morte, como se estivesse pressentido o que ocorreria teve diversos pensamentos sobre tudo que fez de bom e de ruim durante sua vida. Viu que poderia ter ajudado mais, se dedicado mais, poderia ter sido mais paciente. Passou o dia sentindo dores nas costas.

Durante a madrugada em quanto dormia, sente uma forte dor no peito como se algo estivesse explodindo. Nelson acorda sua esposa que se desespera diante da situação. Um infarto tira a vida de Nelson. Como se tivesse passado apenas alguns segundos Nelson acorda em uma espécie de quarto de hospital. Acha estranho o fato de não existirem aparelhos ligados ao seu corpo ou soro. Fica em dúvida se estava em um hospital do plano físico ou do plano espiritual.

Um amigo entra no quarto e esclarece o ocorrido. Mesmo tendo conhecimento sobre como funcionava o outro lado por ser espírita Nelson fica com medo de sua nova situação e se desespera pois acreditava que poderia ter feito mais coisas boas em sua vida terrena. Seu amigo o consola mostrando tudo de bom que havia feito. Não precisamos fazer grandes obras. Precisamos é fazer milhares de pequenas boas ações. Muitas vezes até uma palavra amiga que para você teve pouco valor foi de grande importância para a pessoa que precisava da palavra. Um simples sorriso muitas vezes é um grande ato de caridade e bondade.

Nelson se surpreende ao saber que já se passava 30 dias de sua morte. Pelo fato de ter sido uma boa pessoa e ter cultivado muitos amigos foi desligado do corpo com facilidade e levado para colônia localizada na mesma região espacial da cidade onde vivia.

Raras são as pessoas que podem realizar a viagem entre a vida terrena e a vida espiritual carregando uma mala cheia de boas ações. Na maioria das vezes acumulamos apenas aquilo que não podemos trazer. Acumulamos aquilo que na verdade nunca foi nosso e que precisa ficar na Terra como o dinheiro, casas, terrenos, automóveis, status, títulos, cargos etc.

Muitos são os que retornam sem nada na bagagem. Sem amigos, sem bons exemplos, sem boas ações, sem boas lembranças, sem novos conhecimentos. E muitos são os que retornam endividados.
Temos que preparar nossa mala de partida hoje.

Pare um minuto para refletir.
O que você poderia colocar em sua mala caso hoje fosse o seu último dia na Terra?
Nunca é tarde para começar.
Resumo do Capítulo 2
Livro: Morri e Agora?
Psicografia: Vera Lúcia Marinzek
Espírito: Antônio Carlos

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Hoje eu aprendi


Aprendendo...


Quantos segredos não traz consigo?
Quantas magias aqui não encontram?

Seria imaginação, ou seria abnegação da realidade consciente de um mundo paralelo?

Árvores esplendorosas, com seu frescor movimentando-se ao compasso dos ventos que assobiam num ritmo perfeito.

Vento que em nossos rostos tocam, que arrepia a alma, esse vento puro que esbarra nas construções modernas. Nos faz refletir que o melhor que o universo nos oferece está bem diante dos nossos olhos... O presente suportável, tranqüilo e sem dor. Se isso nos é dado, então temos que apreciá-lo, e cuidarmos bem para não estragá-lo. Ansiando sem medida alegrias imaginárias ou preocupando-nos temerosos com um futuro sempre incerto que, a desperto de nossos inúteis esforços depende totalmente do Destino.

Além disso, haveria de ser insensato preocupar-se sempre sem usufruir ao máximo o presente único e seguro pelo qual não podemos fugir. Afinal o caminho do amanhã é muito distante e pode não chegar até ele.

O presente é seguro e absoluto, a vida inteira não passa de fragmentos maiores que o presente, e como tal, é categoricamente efêmera. A esse respeito poder-se-ia dizer que uma grande parte da sabedoria de vida, baseia-se na “justa” proporção com a qual dedicamos nossa atenção, parte no passado, em parte ao futuro, prejudicando assim o majestoso presente.
Porém, os aparvalhados, vivem o presente, preocupando-se com o futuro, e no futuro lembrar-se-ão de que o passado, não passou de um presente não vivido por escolhas próprias e sim por obrigações do dia a dia, e do querer, de outros. Hoje sendo o futuro imaginado no terreno de ontem, acontecendo mais uma vez no presente. Neste instante, coloco aqui como não serão nostálgicas lembranças para alguns pobres de alma que só fazem julgar-te, trazendo o passado a tona apenas para justificar sua inércia em saber viver o agora.

Imaginemos, eles mais velhos pensando...

“Hoje, é o futuro pelo qual no passado tanto me preocupava, ele foi conquistado por mim. Talvez mais precocemente, como poderei eu pobre ser, consertar o passado ou fazer algo diferente? O que será de meus descendentes?”.
“Deus... o que será de mim, esse homem que se encontra em seu cavo quarto, tento inventar histórias interessantes para aconselhar meus lindos netos, mas não tenho outra coisa em mente que não seja a empresa pela qual me dediquei anos, indo e vindo, sem nem ao menos sentar e tomar o café da manhã com minha família! Só me vem a cabeça as filosofias de minha amarga e ansiosa vida”.

Ele sai de seu quarto com algo que queria mostrar aos seus netos, mas ele voltou e pensou... “Já sei, trabalhei tanto, pegarei meu dinheiro e levarei pra comprar os mais lindos presentes, assim eles ficarão muito felizes, chamou os seus filhos, e deu-lhes dinheiro”.
Esses não tinham tempo para o pobre e velho pai... Tinham a empresa que agora era dirigida por seus filhos e nem atenção eles lhe davam. Quando sentou-se para tomar café, restava apenas ele em sua mesa, e surpreso perguntava onde iriam com tanta pressa, respondiam todos... “Pai, trabalhar, temos que pensar em nosso futuro, temos dinheiro investido, não temos tempo a perder!”. Seus olhos enchem d’água, que teria feito ele com seus próprios filhos que seguem pelo mesmo caminho? Tomado de remorso, lembra de quantas vezes tinha deixado seus filhos com sua falecida esposa para construir o que hoje não está sendo usufruído de forma saudável. Mas que moral tinha ele, para dizer que estava errado? Seus filhos já estavam viciados no “mais”. Então chegam seus netos sobre a mesa e com um olhar angelical trazem alegria para aquela casa. Ele anima-se e deseja colocar em prática seu plano. Na maior das boas intenções ele olha para as crianças e diz: “Meus netinhos, hoje tenho uma surpresa maravilhosa para vocês”. Felizes eles olham para o avô, arregalam os olhos e sentam no chão esperando o a tal surpresa, o avô meio desconcertado, pergunta: “O que vocês gostariam de ganhar nesse dia tão especial?”. Eles olham um para o outro e dizem: Manifesta um sua palavra. “Bom, gostaria que minha mãe ficasse comigo um dia inteirinho brincando comigo!”. Os outros no mesmo embalo falam a mesma coisa. Para sua surpresa ele diz: “Mas..., poderia ser eu?”. “Claro vovô, nós te amamos e gostaríamos de te mostrar então algo mágico que papai do céu nos deu”. Ele franze a testa com um olhar meio desconfiado e curioso pensando o que seria de tão mágico assim, que meu dinheiro não pode comprar? Mas vamos lá! Correndo eles puxam o avô, e saem pela enorme casa, e em um dia lindo e belo vê as crianças correndo em direção a uma plantinha. “Olha vovô, a gente toca nela e nos sentimos como mágicos, elas se fecham para dormir, fazemos isso porque as plantinhas devem se sentir muito sozinhas na hora de dormir e todos os dias a gente vem aqui para botá-las para dormir”. Estupefato e muito emocionado, sente uma dor no peito pela pureza daquelas palavras que nem sem ao menos saber, seus netos faziam pelas plantinhas o que não faziam por eles. Ele sentou-se com as crianças e começou a brincar, disse a elas que nunca tinha reparado naquela plantinha em seu jardim..., ele brincava com seus netos e pensava no brinquedo caro que ele queria dar para seus netinhos, presente que iria comprar na cidade, cidade essa que absorveu setenta por cento de sua vida. Ele pensa mais uma vez, “Seria eu que teria que ensinar a essas crianças? Como eu sou pobre de espírito! Acabei de receber a maior lição de toda a minha vida, que não aprendi nas salas de reunião nem com os maiores líderes do meu governo, nem com meu trabalho árduo. Aprendi no sorriso e na alegria nos olhinhos puros dos meus netos. Nunca me diverti tanto em toda a minha vida. Gargalhadas tomavam conta do meu corpo cansado”.

Hoje sim, não estou preocupado com nada, apenas com a plenitude da simples dormideira e com a pureza das crianças que me fizeram enxergar quanto tempo tinha perdido em minha vida. Que a cada segundo tudo é muito mágico, e que temos que dar oportunidade ao destino, para prestarmos mais atenção em quem amamos, ainda que a nossa intenção seja a melhor, não temos o direito de estragar a vida e tirar os sonhos dos olhos de uma criança. Ainda que essa criança seja grande. Aprendi que plantas mágicas existem e elas falaram comigo, e mudaram minha vida quando me fizeram escutar, e não importa em que ponto eu parei, nem a minha idade nem onde quero chegar, mas onde estou e encontro-me aqui, agora..., nesse lindo e misterioso presente. Esse milagre que se chama vida, nos convida a viver o hoje. Viva e não espere amanhã ou a aprovação de alguém para ser feliz.

Apenas seja!

Autora: Danielle Georg

domingo, 20 de abril de 2008

A loucura... (Conto erótico)



A loucura de uma escrava


Ela não queria a sanidade de uma donzela para em seus braços estar. Queria a loucura da cortesã para louca em sua cama ficar.
Seu corpo aquece e se esfria no toque de suas mãos, mãos essas que pareciam brutas, e que se modificou ao pegá-las abruptamente demonstrando o querer de suas mãos que ao tocar surpreendia.

Nesse frenesi enlouquecido, insano, sem limites, barreiras ou fronteiras, era tudo o que ela queria, era o que ele pedia...
Ela quer o poder ter, vê-lo desnudo, sem máscaras mentirosas. Fazer de conta que o mundo não tem pressa. Amar a noite, e ser amada por ele que iracundo se põe a demonstrar em não querer aquele beijo parar..., pedidos alucinados com total retidão, na complexidade entre o censurável e a razão.
Os olhos se penetram, sorrisos desavergonhados expressam a vontade do proeminente desejo. Ele foi longe, seu olhar entranhou de forma aguda, não existe mais limites para eles, o improvável acontece. Entrando em sua íris ele controla seus pensamentos e sentimentos, deixando-a completamente enlouquecida de tesão..., mas quem serás tu homem indelicado, ignóbil que se mostraste pra ela? Seria o não querer ver uma face tão diferente? Sua voz sussurrando em seus ouvidos, sem a menor vergonha de estar aqui ou acolá com a escrava que sua tu coloca-se a gritar. Ela o observa, ele a controla, o ciúme permeia seu pensamento, e nada mais tem limite. Ele a chama no canto, a segura pela mão, fingindo um lugar lhe mostrar, ela avista uma casinha de boneca, pois é ali que ela vai se doar, ele entra, e a segura pelo cabelo e sem a menor cerimônia eles começam a sussurrar, ele, seu dono começa a reclamar, entram assim na casa das bonecas para conversar. Ele não agüenta, e um tapa lhe dá..., ela debocha, ele revoltado está..., Ela desabotoa sua calça, ele chupa seus seios, aperta, morde, entrelaça seus dedos em seus cabelos, que com força se coloca a puxar, ela sorri, exteriorizando a vontade de beijar..., com seu membro completamente duro ele a quer possuir, ela sente, ele suspende sua blusa, e seu corpo vai beijando e sentindo o arrepiar da sua pele ele começa a chupar.
Ela revira os olhos, ela é definitivamente escrava dessa loucura. Ela abaixa, as pessoas fingem não olhar ou perceber a ausência dos dois que loucos estão. Pensa ela: “teria eu perdido o juízo de vez?” fala ele: “quero você para mim, você é minha eu sou seu dono!” ela sorri, e diz que “sempre será”, ela o olha de baixo para cima, ele fecha os olhos, agachada olha para cima de lado enquanto lambe seu dono com a boca macia e molhada, sua língua gira suavemente entre seu pênis que rígido não para de ficar, da ponta até o final, sua saliva escorre e até o final continuará. Com movimentos contínuos e com o palpitar do coração, na rigidez do pênis que louco encontra-se de tesão, ela começa há acelerar. Ele não larga seu cabelo e observa. Ao deliciar-se com seu membro que exposto está, ela se toca, ele a segura, ele não deixa, ele a levanta ainda pelo cabelo e a joga contra a parede de forma forte, e diz que ela o pertence, ele quer mais, mas ela não consegue se mexer, ele levanta seus braços e os segura com força na parede, ele está com ciúmes, ela o quer, ele não para, ele a bate e morde suavemente..., sua vagina se contrai a cada movimento desse homem, ela quer se tocar ou ser tocada, ele continua a não deixar, ele morde, ela quer mais, ela volta a chupá-lo lentamente, saboreando cada gosto, cada gota de esperma que é ejaculada nela com muita vontade... ela o observa pelo reflexo do espelho que na casinha de bonecas tinha, o frenesi continua, ele a segura, ela não tem para onde ir, ela na verdade não quer sair, e ele não deixa. Ele a segura fortemente, e beija sua boca com muita vontade, a recíproca acontece de uma forma calorosa, os braços se envolvem num demasiado abraço e carícias, ele a olha de um jeito que ela adora, ele sabe controlá-la, ele não a toca, quer testar seu limite, ela percebe, entra no jogo, ela não quer sair dele, ela o quer de forma verdadeira, por inteiro, sem restrições, mas ela não pode, tem medo, ele não sabe demonstrar o que quer, ela se põe a pensar, ele se põe a falar, mas ela não tem certeza, de suas palavras, ele não sabe o que ela quer de verdade, então... Eles voltam. Os amigos perguntam onde estavam, um silêncio paira no ar, ele faz questão de mostrar que ele é seu dono, ela quieta só nele confia, só com ele quer estar..., não medem esforços para juntos se entranhar. Ele não para de controlá-la, ela quer mais..., os pensamentos de desejo permeiam seus pensamentos. Eles vão embora..., ela se lembra em seu quarto, masturba-se lentamente contando o momento de seu membro penetrá-la mais vezes. Mas eles enlouqueceram, eles se conhecem pelo olhar, ela sabe como irritar, ela quer tocá-lo, ele quer o seu amor, ela não sabe demonstrar, ela quer os sentimentos dele, e diz que indisposta está, ela acha que sentimentalismo é fraqueza e que não pode demonstrar..., ele então deseja outra boca beijar. Ela não aceita, mais nada há de reclamar, e de um lado e pro outro em sua cama vazia sem conseguir dormir desaba a chorar..., Pois não o terá..., fica ela enclausurada a soberania da loucura que em sua mente entrou e de lá não mais sairá...

Autora: Danielle Georg

sábado, 5 de abril de 2008

Despedida........





...Um dia, quando fores bem velhinho,

Quando a nostalgia chega n!alma e se aninha

lerás estes versos meus...

Lembrarás então das cantigas distantes,

dos lugares errantes,

desse entristecido adeus...

Um dia, quando a saudade te apertar o peito

quando sentires que a vida é sonho desfeito

lerás esses cantos que são teus...

Lembrarás, então, daquelas noites de luar,

das estrelas andando sobre o mar,

desse amargurado adeus...que nunca quis te dar...

Um dia quando souberes que eu parti de verdade para não mais lhe perturbar...

estejas certo que os momentos que eu vivi

estão contidos nestes pobres versos meus...

Abra, então, teu coração enternecido,

abriga os sonhos da poetiza entristecida,

que num lamento um dia te disse: Adeus...

Lembre-se também das promessas, e de que sua presença em minha vida me traz as lembranças de um sonho jamais pensado, e sim vivido...

Você que foi tão importante para mim...

Você que fez parte da minha vida....

Você que me fez sentir o sabor da felicidade...

Você que disse que valeu a pena ...

Você que me fez acreditar que eu seria a sua última ficha...

Você que me aceitou do jeito que eu era....

Você que eu amei....

Você que disse que me amou...

Você que me ensinou a amar de verdade...

Você que me ensinou que existia um Deus diferente...

Você que me ouvia...

Você que sempre quis minhas opiniões...

Você que sempre acreditou no meu amor...

Você que me conhecia pelo olhar...

Você que conhecia minha vida...

Você que precisou de mim...

Eu que precisei de você..

Nós que precisamos um do outro...

Apenas conosco contamos....

Você que de mim nada poderia esconder...

Você que eu sempre achei ter....

Você que levou consigo uma parte de mim, e a outra se faz em poesias...

Você que ao ser sepultado, deixou-me aqui como punição...

Você que se importava com que eu achava que ninguém se importaria...

Você que me surpreendia.....

Você que me fazia ter vontade de te surpreender....

Você que um dia me disse... Eu te amo, e sei, foi de verdade....

Você a quem disse que por mim não se apaixonasse, pois era volúvel.

E foi essa mesma mulher volúvel que te amou perdidamente....

Você que me fez das noites escuras as mais límpidas e sorridentes.....

Você que ao redor tudo de tua ausência fala.....

Deixo para ti meus desalentos, e descontentamentos, por ser apenas meio espírito e meio papel....nesses versos deprimentes que me ponho a escrever...
Dos olhos d'alma uma lágrima sentida me agasalha o coração, tal qual lá fora, na vasta e erma imensidão, falo com meu coração, que lento bate nessa imensidão esperando o dia do seu regresso, para em seus braços deitar..., mas, se acaso jamais isso vier acontecer, então, que outros braços me acolham para sentir o apogeu da mansidão, de um outro alguém que proponha o mesmo que um dia você propôs. Mas..., que não sejam apenas palavras..., sejam juras sinceras vindas d’alma, pois antes de ser sepultado tu nem lembravas mais das promessas que fizestes nas noites que juntos passamos..., brigando, chorando, sorrindo, mas sempre juntos! É..., talvez seja apenas um aviso para que eu seja assim, como tu foste comigo..., mas que sejas braços fortes para que não só na alegria mas na tristeza estejas na minha vida e me ouça e me entenda mesmo calada. Mas quem será o homem que terás coragem de ir ao seu jazigo resgatar-me? Apenas esse me terá, pois apenas um homem de coragem pode me ter... assim como tu fostes.......

Autora: Danielle Georg



sexta-feira, 4 de abril de 2008

Dica muito boa!!!!




Olá, blogueiros!!!

Venho aqui, trazer para todos vocês, uma verdadeira replica de “Yves Saint Laurent” sem nenhum exagero!!!
Existem pessoas por aí, com muito talento, mas que simplesmente não são reconhecidas..., Eu sei distinguir esses talentos "brilhantes" rs. Quando não sabemos explicar o que queremos, e quando simplesmente tentamos desenhar, e aquele desenho é um verdadeiro rabisco, e a “coisa” no papel é indecifrável, e os verdadeiros costureiros conseguem decifrar, e a coisa sai melhor que a encomenda, então, pessoas..., Podem ter certeza, isso sim, é um talento.
Num lugar não muito distante, precisava de uma roupa não muito simples de ser feita, precisava realmente de pessoas que tivessem, olhos clínicos, intuição, boa vontade, audácia além de gostar do que faz...., e lógico, talento! Procurando aqui, procurando acolá, e nada de se encontrar..., um amigo então disse: “Olha conheço uma costureira fantástica”, eu disse sério? Onde? Ele “em Venda da Cruz” Eu - Onde fica? Ele - Ah, é fácil, não tem erro... Pergunto: mas será que vai fazer do jeito que quero? Ele me diz, com certeza! Mas será que eu vou saber desenhar? Ele- Eu desenho... rs

Bom, lá chegando um restaurante estilo “Pub” (já amei né?!) Um lugar aconchegante, duas mulheres, (Mônica e Nilza) e um moço, que era o esposo (Carlos) de uma das costureiras (Mônica). Pessoa muito bacana! Ao chegar lá, me surpreendo com outra grande novidade, as relíquias que existem nesse lugar..., “Pub”, pode se dizer assim.. Para quem gosta de coisas antigas, e requintadas ao mesmo tempo, deviam visitar o local, além do ambiente agradável, é Claro! Agora não podem dizer que ñ sabem, estão assim perdendo tempo, se não conhecem vão conhecer, quem sabe não esbarre comigo por lá...rs.
Não tem o que fazer a noite, Vá ao “PUB HOUSE” isso mesmo, é o nome do local, além de festas temáticas, comidas típicas, e variados cardápios, vocês encontraram pessoas de altíssimo astral! E serão muito bem acolhidos!

Mas..., voltando ao assunto, fiquei lá, por algumas horas, para apreciar o lugar também, e para minha surpresa, adivinhem? Nem precisamos falar muito, elas já sabiam o que queríamos, e a roupa estava pronta em alguns dias... Impressionante! O que você pedir, da forma que fica melhor para o seu corpo, elas tem verdadeiros olhos clínicos. E o mais importante, o preço..., pois, é... uma roupa de Yves Saint Laurent, nossa não dá nem para colocar aqui, mas barra Vitor Hugo entre outros. O que muitas pessoas não sabem, é que ele, era um costureiro, hoje mais conhecido pelos seus perfumes renomados de uma fragrância fenomenal. Enfim, mas estamos falando da nossa “Yves Saint Laurent” Brasileira, (rs) e aqui, bem pertinho de nós, o que estamos esperando? O que você desejar, pode sair muito mais barato do que se imagina! Faça um teste. faça ao seu modo. Quero deixar uma coisa clara a subjetividade feminina, por esta e tantas outras reportagens vinculadas, lidas com conceitos de modernidade, elegância, inteligência, inovação e liberdade de forma sutil e desafiadora, tem diante de si um produto tão supostamente desvinculado de conotações sociais e políticas e, concomitantemente ao adotá-lo, é preciso que reflita sobre determinados valores que cercam a sua vida e as relações de gênero. Ao invés de contraditórias, as frases reforçam o sentido da modernidade possível, marcado pelo consumo de uma aparência atualizada e reforço de tradicionais valores. Se parece com a lógica do carroceiro, ao mesmo tempo em que chicoteia os cavalos para avançarem velozmente, segura as rédeas a fim de não perder o controle da carroça. Entendem.., vender uma coisa para você, hoje é muito fácil quando se está na moda, mas será que é o seu estilo? que combina mesmo com você? mas veja, tem que ser o que te faz bem!

“A elegância está sempre na simplicidade, nunca nos exageros” e “O segredo para se estar bem vestida é conhecer tão bem suas qualidades como também os seus defeitos”. Tais frases convidam a um olhar introspectivo da mulher sobre si, antes de pedir determinada coisa, partindo desse princípio, entrará em sinergia com elas para que elas possam captar o que realmente desejam, das consumidoras em questão, exige equilíbrio no momento da composição da roupa, a fim de não desafiar a elegância, seja com os exageros ou assepsias à moda, como também uma constante avaliação e escolha das propostas conforme sua pessoa. Isso é apenas uma dica feminina! Não apenas para a moçoilas, mas para os rapazes também que hoje estão bem mais vaidosos, e o mercado está bem voltado para eles também... rs

Olhem Uma das roupas que as fadas madrinhas fizeram, reparem que não há de ser uma roupa comum... rssss

Vamos lá ao mais importante...,

Endereço: RUA:Dr. MARCH - 476 - A - BARRETO - SG – RJ

TEL:2720-5362

segunda-feira, 17 de março de 2008

Depois de algum tempo você aprende que...





...“Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas”.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.


E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.


Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que se levam anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.


Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem da vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.


Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.


Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa - por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.


Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.

Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.


Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, e se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.

Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.


Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.

Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.


Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que e se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou.

Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.


Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.


Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.


Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.


Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.


Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.


Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.


Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!"

Autor: William Shakespeare