terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Bom, apenas dando uma satisfação bem rapidinha aos “fiéis”...rs





Fiquei sem Internet, e não tinha como postar em meu blog. Mas deu tempo para ler alguns livros, cumprir promessas que me fiz e que ainda não tinha cumprido, rever pessoas importantes, enfim... Lógico que a net me fez uma falta enorme. Esses dias, um amigo que não via há muito tempo, me emprestou um livro (A Missão da Umbanda - Ramatis), uma obra que foi psicografada por Norberto Peixoto, o mesmo que escreveu “Evolução no Planeta azul”, esse livro eu ainda não li, mas ouvi falar muito bem dele. E dentre tantas coisas, parei para me dedicar a essa leitura importante. Claro, que já conhecia o surgimento da Umbanda e dou graças por ser aqui em “Nickit City” (rs), mas nesse livro propriamente dito, falo com muita franqueza dos acontecimentos e revelações que tive durante a leitura, estou fazendo algumas anotações, para a minha Doutrina. Não concordo com tudo o que está ali escrito, mas estou relendo algumas partes que me intrigaram, e sabe o que é mais interessante de todas essas coisas? Cada vez que eu vou lendo eu vou relembrando de algumas coisas que um Exu já tinha falado anteriormente. No mesmo dia, que me foi emprestado o livro, li até o dia clarear, praticamente virei a noite engolindo o livro, lendo atenciosamente as máximas dele e tudo o que tinha direito, como manda o figurino. Mas estou com uma sede enorme de debater sobre esse livro, por uma simples razão. Gostaria que as pessoas de um modo geral, que estudam o Kardecismo – não que eu não goste – não tratassem de forma irresponsável e com tanto desprezo a nossa querida Umbanda ou doutrinas do mesmo segmento. Certa vez., eu tive uma conversa calorosa com um homem que se dizia “kardecista”, entendo que seja uma referencia para dizer que a praia dele era essa, e eu respeito. Enfim..., mas a coisa está muito arraigada no que diz respeito aos seguidores dessa doutrina. Concordo plenamente com o Caboclo das Sete Encruzilhadas! Hoje, não é muito diferente nos terreiros de Umbanda. A vaidade dos seus médiuns e a sensação de poder por parte de alguns “comandantes” é muito forte, às vezes até mesmo humilhando os médiuns da casa, por acharem que determinado indivíduo não está preparado para determinada coisa. Claro, alguns não estão mesmo, mas outros já estão passando do tempo. E quem somos nós para doutrinar esses espíritos? Eles não são pagãos, se forem, então são kiumbas. Mas voltando ao que eu estava falando anteriormente, dos praticantes desse segmento, a pergunta é simplesmente unânime, “por que eles fumam e bebem?” Por que eles fazem isso ou aquilo? Fica parecendo que somos completamente “diabólicos” e parece papo de pastor, e não adianta, isso fica arraigado de uma forma muito forte como uma lavagem cerebral de Igrejas Evangélicas. Entendo, que existe alguma coisa que falta na Umbanda..., como por exemplo: “Testemunhos de realizações feitas pelos Orixás ou Exus que são os mensageiros dos Orixás, não precisa necessariamente dizer com quem foi, ou qual médium, mas que fosse dividido com as pessoas que ali se encontram, para que não houvesse um desânimo, por parte de todos nessa jornada, pois nunca sabemos quando a luta vai começar e quando ela irá terminar, e uma coisa é fato, por mais milagres que você já tenha presenciado, ou fenômenos, o ser humano em geral como homens de pouca fé que somos, necessitamos de injeção de fé todos os dias, do contrário fica humanamente impossível caminhar”.
Principalmente para os iniciantes, até mesmo para os praticantes das “magias ocultas”. E pode ter certeza, tudo é muito mutável. Mas o destino não é mutável, ouvi um amigo dizer que coincidência não acontece, e que ele não acreditava nisso, talvez ele nem tivesse se atentado para a coincidência que aconteceu, mas aconteceu! Fazer o quê né? Ele insiste em dizer que não existe!(rs) Mas voltando ao assunto, pelo menos para o incentivo da assistência e dos próprios médiuns necessitamos de testemunhos, para saber que somos atendidos, e que a cada vela acesa nossos pedidos são concretizados, como diz a palavra de Jesus: “se falardes a uma pedra não ficarás sem resposta”(afinal de contas tudo tem seu dono). Não estou dizendo que não tenha que existir um estudo em relação à religião na qual se pratica, mas estamos em um momento de mutação cósmica, e trabalhamos com energias de diversos tipos, e cada pessoa carrega uma. Não estou dizendo com isso que a bondade e a caridade, o amor etc, e todas as coisas que provém da benignidade, não tenham que ser praticadas. Mas a importância dessa força negativa é muito essencial para o equilíbrio. Sem o mal não existiria o bem, e com isso simplesmente não existiria o livre-arbítrio. Quando digo “mal”, não digo no sentido da crueldade, mas que somos testados e provados o tempo inteiro em nossa fé. Não sejamos tão cruéis assim com os espíritos pagãos, pessoas que não precisam ser desencarnadas para serem verdadeiros encostos em nossas vidas, e vou além disso, não deixam nem muitas vezes os desencarnados em paz, prendendo seus espíritos aqui em algum espaço corpóreo. Então pelo meu prisma e mensagem vinda unicamente do espírito, digo com toda confiança que nada é diferente no mundo dos espíritos e em nosso mundo. Ratifico mais uma vez aqui em relação aos elementais. Se é tão falado em outras doutrinas no que diz respeito às larvas cósmicas de baixa freqüência, então não podemos esquecer dos elementais positivos, do ar, da terra, do fogo e da água. Algumas coisas para mim deixam a desejar mesmo, claro que nada poderia ser completo até mesmo porque não temos a capacidade de entender a fundo os fenômenos da natureza, mas uma coisa é fato, não podemos esquecer que somos parte dela como células no organismo do Universo, e portanto, cada um de nós tem seu papel na natureza e na vida de outros companheiros de jornada.

Grata aos amigos e espero não ter sido muito extensa. Rsrsrsrsrsrsrsrs


Paz e serenidade!!!!!! Dany de Volta Uhuuuuuuuuuuuuuu!

Eu queria...


Eu queria que o tempo voltasse atrás
para reviver os momentos mais felizes da minha vida.

Eu queria controlar meus sentimentos
e hoje não ter tanto querer.

Eu queria te sentir bem de pertinho
pois estando ao teu lado,
todo meu ser se embriagaria de tanta Paz.

Eu queria te fazer um carinho
e com as minhas mãos, em teu rosto,
sentir a suavidade do teu olhar.

Eu queria ouvir a tua voz
e em cada palavra, sentir o tom do teu desejo.

Eu queria me envolver em teus braços
e sentir num abraço, teu corpo todo me querer.

Eu queria sentir os teus lábios
e em deliciosos beijos roubados,
perder a conta dos inúmeros beijos trocados.

Eu queria te sentir só meu
pois quando se ama, é difícil aprender a dividir.

Eu queria ver o teu sorriso
pois saberia avaliar a intensidade da tua felicidade.

Eu queria ser a tua companheira
para juntos, construirmos um futuro de Amor e Paz.

Eu queria dormir em teus braços
e ao despertar, sentir a suavidade de tuas mãos a me afagar.

Eu queria te dar o meu colo
e te sentir Menino, à procura do meu aconchego.

Eu queria enxugar as tuas lágrimas
para não deixar em teu rosto, vestígios de tristeza e dor.



Eu queria para mim a tua dor
para sentir a intensidade de tudo o que te fizer sofrer.

Eu queria ao teu lado estar
pois palavras seriam dispensáveis, bastaria apenas
um simples olhar.

Eu queria não ser só um sonho ou fantasia
pois para mim, você é a mais linda realidade.

Eu queria ser a tua felicidade
pois a minha felicidade já é você.

Eu queria te dizer palavras doces
para te alimentar de paixão.

Eu queria transmitir para você a serenidade
quando em teu peito o coração se sentir apertado.

Eu queria te dar o meu consolo
quando uma solução não conseguires alcançar.

Eu queria te dar o "Meu Coração".
Mas ele já é "Seu" !!!

Então, eu queria o "Seu Coração".
Ah!!! ... Este pedido vai muito além, é Especial !!!
Preciso esperar para conversar a sós, com Deus,
em minhas Orações.

" Pior do que uma voz que cala, é um silêncio que fala."




Então, parei para interpretar a frase acima e ...
imediatamente me veio à cabeça situações em que o silêncio
me disse verdades terríveis pois, você sabe,
o silêncio não é dado a amenidades.
Um telefone mudo.
Um E-mail que não chega.
Um encontro onde nenhum dos dois abre a boca.
Silêncios que falam sobre desinteresse, esquecimento, recusas.
Quantas coisas são ditas na quietude, depois de uma discussão.
O perdão não vem, nem um beijo, nem uma gargalhada
para acabar com o clima de tensão.
Só ele permanece imutável, o silêncio, a ante-sala do fim.
É mil vezes preferível uma voz que diga coisas
que a gente não quer ouvir, pois ao menos as palavras
que são ditas indicam uma tentativa de entendimento.
Cordas vocais em funcionamento articulam argumentos,
expõem suas queixas, jogam limpo.
Já o silêncio arquiteta planos que não são compartilhados.
Quando nada é dito, nada fica combinado.
Quantas vezes, numa discussão histérica, ouvimos um dos dois gritar:

" Diz alguma coisa, mas não fica aí parado me olhando! "

É o silêncio de um, mandando más notícias para o desespero do outro.
É claro que há muitas situações em que o silêncio é bem vindo.
Para um cara que trabalha com uma britadeira na rua, o silêncio é um bálsamo.
Para a professora de uma creche, o silêncio é um presente.
Para os seguranças de um show de rock, o silêncio é um sonho.
Mesmo no amor, quando a relação é sólida e madura,
o silêncio a dois não incomoda, pois é o silêncio da paz.

O único silêncio que perturba é aquele que fala. E fala alto.
É quando ninguém bate à nossa porta,
não há recados na secretária eletrônica
e mesmo assim você entende a mensagem...

domingo, 27 de janeiro de 2008

Não me rendo a regras


Não me rendo a regras

tradições ou convenções.

Gosto de ser despojada


Não me prendo a nada.

Não ligo para estilos,

modismos ou tendências.

Sou guiada pelas minhas preferências.

Meu humor é minha maior influência e

Meu prazer é razão da minha existência

Só a ele sou fiel e devo obediência.

Sou eclética, por natureza

Admiro em tudo, a beleza

Não me prendo a defeitos

Estamos longe de sermos perfeitos.

Prezo a honestidade e a lealdade

Detesto hipocrisia e falsidade.

Aceito bem mudanças e modificações

Gosto de diversificações

No entanto, repudio, imposições.

Transito por ambientes e meios diversos

Comporto-me, adequadamente, nesses universos

Gosto de ir a restaurantes requintados

Enfeito-me com bijuterias de latas ou de ouro

Visto-me com sapatos caros ou sandálias de couro

Coloco roupas de grifes renomadas

Igualmente, roupas simples e surradas

Gosto de ser despojada

Gosto de ser assim

Porque o maior tesouro que carrego

Não está no que visto ou aparento

Está no meu coração.. e ele... está dentro de mim.

O Monge e a Prostituta




Vivia um monge nas proximidades do templo de Shiva.
Na casa em frente, morava uma prostituta.
Observando a quantidade de homens que a visitavam,o monge resolveu chamá-la.
- Você é uma grande pecadora - repreendeu-a.
Desrespeita a Deus todos os dias e todas as noites.
Será que você não consegue parar e refletir sobre a sua vida depois da morte?
A pobre mulher ficou muito abalada com as palavras do monge; com sincero arrependimento orou a Deus, implorando perdão.
Pediu também que o Todo-Poderoso a fizesse encontrar uma nova maneira de ganhar o seu sustento.
Mas não encontrou nenhum trabalho diferente. E, após uma semana passando fome, voltou a prostituir-se. Mas, cada vez que entregava seu corpo a um estranho,
rezava e pedia perdão.
O monge, irritado porque seu conselho não produzira nenhum efeito, pensou consigo mesmo: " A partir de agora vou contar quantos homens entram naquela casa
até o dia da morte desta pecadora."
E desde esse dia, ele não fazia outra coisa a não ser vigiar a rotina da prostituta: a cada homem que entrava, colocava uma pedra num monte.
Passado algum tempo, o monge tornou a chamar a prostituta e lhe disse: -Vê esse monte? Cada pedra dessas representa um dos pecados morais que você cometeu, mesmo depois de minhas advertências.
Agora torno a dizer: cuidado com as más ações!
A mulher começou a tremer, percebendo como se avolumavam seus pecados. Voltando para casa, derramou lágrimas de sincero arrependimento, orando:- Ó Senhor, quando Vossa misericórdia irá me livrar desta miserável vida que levo? Sua prece foi ouvida. Naquele mesmo dia, o anjo da morte passou por sua casa e a levou. Por vontade de Deus, o anjo atravessou a rua e também carregou o monge consigo.
A alma da prostituta subiu imediatamente ao céu, enquanto os demônios levaram o monge ao inferno.
Ao cruzarem no meio do caminho, o monge viu o que estava acontecendo, e clamou:
- Ó Senhor, essa é a Tua justiça? Eu, que passei a minha vida em devoção e pobreza, agora sou levado ao inferno, enquanto essa prostituta, que viveu em constante pecado, está subindo ao céu! Ouvindo isso, um dos anjos respondeu:

-São sempre justos os desígnios de Deus. Você achava que o amor de Deus se resumia
a julgar o comportamento do próximo.
Enquanto você enchia seu coração com a impureza do pecado alheio, esta mulher orava fervorosamente dia e noite.
A alma dela ficou tão leve depois de chorar que pudemos levá-la até o paraíso.
A sua alma ficou tão carregada de pedras que não conseguimos fazê-la subir até o alto.

Autor:(Paulo Coelho)

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Se soubestes...


Se tu soubestes...
...Como são tristes os meus dias,


vazias as minhas noites,

em vão o meu viver...

Se tu soubesses,

como te sonho ao meu lado,

o quanto estás presente em mim...

Se tu soubesses,

que te possuo em cada pensamento

e o quanto me dou para ti...

Se tu soubesses,

o quanto me fazes companhia,

nestas horas de maior angústia...

Se tu soubesses,

que teus braços são as muralhas,

que me cercariam de todos os meus males...

Se tu soubesses,

que tua boca é a fonte,

que me saciaria toda sede...

Se tu soubesses,

que teu corpo é o altar,

onde o meu desejo é sagrado...

Se tu soubesses,

que estás tão bem guardado,

que a cada instante, és infinitamente amado...

Se tu soubesses,

talvez eu não sofresse tanto,

talvez tu me quisesses quanto...

Mas tu não sabes,

e em meu peito já não cabe,

tanto amor que eu guardei...

Se tu soubesses,

o quanto te quero bem,

talvez não tivesses dado,

teu amor a outro alguém...

Mas só eu sei,

e tu jamais saberás,

o quanto eu te amei... (Desconheço totalmente a autoria) mas achei muito bonito! =D

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

"O Segredo", um livro muito interessante.



Esse livro e esse filme estão sendo muito comentados. E por uma grande maioria, muito criticado, enfim..., achei bem interessante! Eu assisti ao filme e li o livro. Mas tinhosa que sou, procurei pelas principais pessoas desse documentário (para saber a veracidade), dentre outros filmes que eu peguei e livros que li, e estou lendo. Passo dias engolindo todos eles, se estou no ônibus, no carro, na van, em qualquer lugar, estou com ele em minha bolsa. Agora eu fiz uma coisa, pesquisei muito, passei cerca de 2 meses apenas fazendo uma pesquisa profunda a respeito, juntei com outros conhecimentos que tenho, escrevi muitas coisas para fazer um resumo grandioso e a conclusão a que eu cheguei foi espantosa, medonha, fiquei um pouco receosa, não quero ficar como Wormhole, inglês que descobriu o buraco da minhoca. Fiquei pensando se ele não teve aquilo justamente para que ele não divulgasse. Rsrsrs É interessante saber como uma estrela nasce, cresce e morre, ou seja, quais os processos físicos importantes que determinam sua linha evolutiva. Tudo começa com o "Big Bang" - instante zero do tempo. Após a grande explosão, teoria mais aceita atualmente para a origem do Universo, formaram-se nuvens de gás difuso, rarefeito, constituído principalmente de hidrogênio, com pequena porcentagem de elementos mais pesados, como hélio, carbono, nitrogênio e o oxigênio. Estas nuvens de gás são chamadas de proto-estrelas. 2. Pré-seqüência principal. Pouco se sabe sobre o mecanismo pela qual porções de imensa massa gasosa inicial, que formam as galáxias, tenham chegado a se isolar e, geralmente colapsar sobre si mesmo, vindo a formar as estrelas. Admite-se como configuração inicial, um gás rarefeito composto predominante de hidrogênio, podendo eventualmente apresentar pequenas porcentagens de elementos mais pesados. A não homogeneidade na distribuição da matéria dá origem à instabilidade gravitacional, que provoca a condensação (autocontração) do gás, que passa a apresentar movimentos convectivos. A energia gravitacional gerada é então quase totalmente utilizada pelos movimentos, mesmo quando eles se restringem às suas camadas mais externas. A estrela esquenta e começa a irradiar, às custas da energia gravitacional liberada. Quando a temperatura é suficientemente alta para ionizar o hidrogênio (13 e V), os elétrons livres passam a exercer uma pressão que vai se opor à contração. Esse estágio é caracterizado por dois aspectos importantes: a) a gravitação é a única fonte de geração de energia; b) a temperatura ainda é insuficiente para provocar o início das reações termonucleares. A fase de pré-sequência principal tem duração relativamente curta, cerca de 10 elevado a 7 anos para estrelas com massa da ordem do Sol. Ao final desta etapa, a densidade chega a 1 g/cm3 e a temperatura próximo de 10 elevado a 7, começando a fusão do hidrogênio. 3. Queima do hidrogênio: seqüência principal. Quando o caroço substancialmente radioativo é formado, ao mesmo tempo que os movimentos convectivos se limitam as camadas mais externas, a maior parte da estrutura continua a se contrair através de estados sucessivos de equilíbrio quase estático. O teorema de virial assegura que, nesse estágio, pelo menos metade da energia gravitacional é armazenada sob forma de energia térmica. A temperatura pode então chegar a valores que possibilitam a ocorrência de reações nucleares com o hidrogênio. Quando essa queima passa a se tornar uma eficiente fonte de energia, estabelece-se um estado estacionário para os processos de produção e perda por irradiação. Praticamente cessam as contrações, e o tamanho, a luminosidade e a temperatura variam lentamente por um longo período de tempo da evolução estelar (entre 10 elevado a 9 e 10 elevado a 5 anos, dependendo de sua massa). Essa é a fase mais longa da vida da estrela, e ao seu final ela apresenta um caroço (com o hidrogênio já completamente consumido), que começa a se contrair, ainda queimando hidrogênio. O sol tem um tempo de vida para essa etapa de cerca de 10 bilhões de anos, dos quais já se passaram aproximadamente 5 bilhões. Estrelas maiores queimam mais rapidamente e têm seqüência principal tão pequena como 1 milhão de anos. 4. Queima de hélio: Gigante Vermelha Esgotada a reserva de hidrogênio no interior surge, em seguida, a possibilidade de reações com o hélio formado. Entretanto, estas reações no início não são suficientemente efetivas para promover novos estágios evolutivos. Em conseqüência, a estrela aguarda na fase da seqüência principal que contrações gravitacionais aumentem novamente a densidade de hélio, possibilitando a sua queima. A energia é então gerada pela queima do hélio, o que provoca a expansão das camadas externas constituídas do resto de hidrogênio que ainda existe. Acabado o hélio do caroço, este se contrai. Devido ao aquecimento central causado pelas ondas de choque de rarefação que se formam, o envoltório se expande. A estrela passa à fase de Subgigante, Gigante, Gigante Vermelha ou Super gigante, dependendo de sua massa. Quando isso acontecer ao Sol, ele irá crescer numa vasta esfera e eventualmente englobar os planetas Mercúrio, Vênus, e possivelmente Terra e Marte. 5. Anã Branca, estrela de nêutrons e buraco negro: Em seguida a queima do hélio, a região central da estrela apresenta condições que permitem a queima de elementos mais pesados (carbono, oxigênio, etc...), que agora são os mais abundantes. Estrelas com massas pequenas (M < 1.2 M do Sol) tem seqüências evolutivas que não alcançam situações catastróficas. O principal papel na evolução da estrela neste estágio é exercido pela degenerescência do gás de elétrons e pelo aparecimento da matéria fria, como resultado do esfriamento da estrela por perda da energia através da radiação. Com a ausência de fontes nucleares de energia, a estrela se contrai, e essa contração continua até que os eletros se tornem degenerados, primeiro na região central, depois na externa, contribuindo com um gradiente de pressão que freia o colapso e restabelece o equilíbrio hidrostático. Esta última fase da vida da estrela é conhecida como estágio Anã Branca e deve ser o futuro do Sol. A Anã Branca leva cerca de 10 elevado a 9 anos para se esfriar, quando então perde o brilho e se torna cinza-preta, sendo, efetivamente um processo de morte lenta. Estrelas bastante massivas (~ 4-8 M solares) chegam durante suas fases mais avançadas de evolução a formar um caroço central bastante enriquecido pelos produtos pesados dos vários processos nucleares, até então ocorridos. A região central não suporta a pressão gravitacional (Condição de Chandrasekhar) e um rápido colapso acontece e tem lugar a explosão da estrutura. Esta violenta explosão gera uma super nova, desintegrando-se pura e simplesmente, ou ejetando grande parte do envoltório e deixando como remanescente um caroço denso. Esse caroço sofre reimplosão ou contração e é bastante rico em nêutrons, atingindo uma configuração estável chamada Estrela de Nêutrons. Uma vez que existem estrelas com massa 50 a 70 vezes superiores a do Sol, não é inconcebível que, quando começa a contração, ela possa ser ocasionalmente impulsionada por uma fúria gravitacional ainda maior e mais intensa que a suportável por uma estrela de Nêutrons. E aí? A resposta é que não há o que interrompa esta contração, Para estrelas super massivas, o caroço, ao entrar em colapso, pode continuar indefinidamente a contração, constituindo-se em um buraco. Os objetos podem cair sobre tal corpo super contraído, mas não podem ser expulsos dele. É como se fosse um buraco sem fundo no espaço. Além disso, nem a luz ou qualquer radiação semelhante pode escapar. Esse objeto super contraído age não só como um buraco, mas também como um buraco negro, pois não pode emitir nenhuma luz ou radiação semelhante. Daí o seu nome. É provável que o buraco negro seja também o destino de todas as pré - super novas com massa fora do intervalo crítico. Alguns físicos acreditam que 90% da massa do Universo estejam concentrados em Buracos Negros. Outros físicos acreditam que podemos estar vivendo em um enorme Buraco Negro. 6. Buracos de Minhoca (ou verme): A matéria que penetre em um buraco negro pode, em teoria, ser esguichada em algum outro lugar. Essa transferência de matéria pode, aparentemente, realizar-se através de distâncias enormes, milhões ou bilhões de anos-luz, em um período de tempo mínimo. Tais transferências não podem ocorrer da maneira ordinária, uma vez que o transporte de massa é limitado pela velocidade da luz. Assim, transferir matéria, da maneira usual, a distâncias de bilhões de anos luz, deveria levar um tempo de bilhões de anos (tempo = espaço / velocidade). A transferência deve ocorrer através de túneis ou pontes que não têm, falando-se em termos rigorosos, as características que conhecemos e definimos para o tempo em nosso Universo. Este percurso é às vezes chamado de PONTE DE EINSTEIN-ROSEN ou, mais pitorescamente, de BURACO DE MINHOCA. Se a massa atravessa o buraco de minhoca e aparece de repente a um bilhão de anos-luz de distância, novamente no espaço ordinário, alguma coisa deve acontecer para equilibrar esta grande transferência na distância. Os cientistas supõem que essa passagem impossivelmente rápida pelo espaço é equilibrada por uma passagem compensatória pelo tempo, de modo que a massa pode ressurgir a um bilhão de anos no passado. Assim. os Buracos de minhoca, além de permitir superar a barreira da velocidade da luz, atuariam como fendas no tempo (ou como pensam os místicos, Portais). Uma outra hipótese seria: suponham que nossa mente interligada com o universo infiltrado no buraco negro em que nos encontramos, talvez..., abriria essa fenda ou portal magnético- uma vez que tudo que existe no espaço, existe em nós- nossa mente inconsciente e muito pouco usada, abrisse num minuto qualquer desses portais, falando assim em 3ª dimensão, paralisando tempo, espaço e racionalidade. Fazendo com que de fato essa viagem seja mais simples do que supõe a física tangível, e viajando assim pelo buraco da minhoca, voltando conscientemente no momento em que temos o “deja-vú”. Nesse caso temos a sensação de um passado vivido que se encontra no presente aos segundos que estão sendo vivenciados, onde o despertar de sua consciência, te diz: “ops, já vivi isso antes, ou então, eu já sonhei com essa cena”. Em questões de segundos, você esquece e volta a sua vida rotineira, talvez por bloqueio inconsciente do medo do improvável, de achar que estás louco ou coisas do gênero. Nesse caso abro aqui mais outro precedente. Voltar ao passado não é improvável, afinal quem somos nós para dizer o que é de fato provável? Você é a mais pura manifestação do improvável. “Se pensas logo existe”. Uma coisa só não é possível, se ela nunca foi pensada ou mencionada do contrário, absolutamente tudo é possível. Em tempo: desculpem-me, se acaso o texto estiver complexo ou com erro de grafias. Deixando claro que não sou cientista, mas uma estudiosa e curiosa. Autora: Danielle Georg

O Condor e a Águia


Certa vez;
o Condor cansado da solidão das alturas dos Andes,
desceu para um vôo mais próximo a outros pássaros.
Trazia dentro de si, muito desânimo e muita descrença.
Quando olhando para uma montanha,
que para ele, não era tão alta;
observou que havia uma Águia bem vistosa,
que lhe chamava a atenção, pela astúcia e seriedade que transmitia.
E com tantos outros pássaros que poderia ter se aproximado,
escolheu-a para conversar.
A Águia mostrou-se bem receptiva ao Condor.
Conversaram por vários dias seguidos e em espaços pequenos.

E o Condor apesar de muito desconfiado,
começou a simpatizar-se com a esperteza e sonhos de vitória da Águia.
E por várias vezes, a Águia chamava a atenção do Condor,
pelo comportamento depressivo, que ele demonstrava ter,
nos seus momentos de volta ao passado.
Fazia com isso, que o Condor visse, que a vida continuava
e ele precisaria voltar para suas alturas.
O Condor, sem muito esforço; foi-se levantado e olhando para frente;
com perspectivas de ter ao seu lado, aquela amiga que lhe transmitia
ensinamentos de força e astúcia.
E dentro do coração do Condor, algo muito grande foi crescendo.
E a Águia com toda sua lucidez; foi incapaz de contrariar tal sentimento.
O tempo passou e o outono chegou.
A comida já estava ficando escassa na região.
Então o Condor, propôs à sua amiga, que fossem para outro local,
onde pudessem encontrar mais alimento e mais condições de vida.
A Águia neste momento, se mostrou desconfiada
da necessidade do Condor em tê-la junto, para tal tarefa.
E não conseguindo ver sentimento de " carinho "
e " amor " no convite do Condor; ficou meio receosa ao aceitar o proposto .
Mas como não havia outra solução de imediato,
balançou sua cabeça e abriu suas lindas asas para o vôo.
E já exaustos de horas e horas de vôo, sobrevoaram um deserto;
onde o sol escaldava a areia com seu calor devastador.
O Condor observava que sua amiga estava exausta e lhe propôs:

-Vamos descer um pouco?
Afinal estamos voando a dias;
e você deve estar como eu,
muito cansada e com certeza encontraremos água
e comida lá em baixo!

A Águia olhou com seus olhos astutos para baixo
e talvez sem pensar na preocupação do Condor para com ela, respondeu-lhe:

-Como você tem coragem de acreditar que neste deserto
conseguiremos encontrar água e comida?
Será que não percebe que se descermos, morreremos escaldados pelo sol
e serviremos de alimento para outro animal qualquer?
O Condor neste momento, sentiu a racionalidade da Águia
e a sua falta de vontade em querer acreditar,
que alguma coisa de bom, pudesse acontecer na tentativa.
Era como se a Águia houvesse assumido uma outra personalidade
diferente da demonstrada a um bom tempo atrás.

O Condor calou sua voz, mas seus pensamentos debulhavam as palavras
e atitudes demonstradas pela Águia.
Seguiram por mais alguns dias calados e sufocados pela fome,
cansaço e dúvidas entre si.
E todas as vezes que o Condor tentava entrar
no mérito da questão, querendo entender o que se passava;
a Águia sempre muito racional e até fria;
lhe achava incompreensível e cobrador de algo,
que com certeza, o Condor não tivesse direito.
Ao passarem bem próximo a uma linda cachoeira,
o Condor entusiasmado disse:
-Olhe só, quanta água!

Deve ter peixes grandes ali e você com sua rapidez, poderia caçar por nós.
Suas garras apanhariam os peixes e comeríamos para matar nossa fome.
A Águia olhou para baixo e respondeu-lhe:

-Como você quer que eu chegue próximo aos peixes
se o volume da água deste rio é imenso!
Poderia me sufocar com a pressão da água sobre mim!
E se tentasse apanhá-los próximos às pedras;
poderia um jato forte da água desta cachoeira,
me derrubar para dentro do rio e eu morreria.
Será que você não consegue enxergar o que está me pedindo?
O perigo que corro? As dificuldades que teria que enfrentar para vencer isto?
Será que você não vê que estaria arriscando tudo o que tenho,
por uma tentativa que poderia não dar em nada?
Não consegues entender, que nada valeria este risco?
O Condor, neste momento;
sentiu que não estava mais falando com a Águia que conhecera.
E neste momento, mais do que os outros; sentiu-se só novamente.
Mas já não mais queria sufocar o que pensava,
porque havia agora uma necessidade pessoal de falar.
E quando tentou mostrar à Águia o que sentia
com relação ao que estavam passando;
a Águia mais que rapidamente e extremamente racional;
mostrou-lhe, que suas prioridades eram outras.
E que o Condor, era apenas uma boa companhia
enquanto se silenciava ou escutava o que ela dizia.
O Condor sentiu-se novamente só... bem só...
Mas uma solidão um tanto quanto pior,
porque ela vinha acompanhada de sentimento.
E ainda tentou, mesmo de maneira errada,
mostrar para a amiga, que ainda poderiam voar juntos.
Mas foram tantas as tentativas frustadas, que o Condor um dia;
como a Águia, usou de racionalidade e afastou-se,
mas com esperanças de que sua companheira ainda pudesse lhe procurar.
E em meio a uma grande discórdia,
levantou seu vôo sem dizer adeus;
pois dentro de si, ainda queria a Águia próxima a ele.
Ainda sonhava com o vôo bem suave e caloroso
que poderiam realizar juntos.
Quando já estava a uma boa distância, teve a necessidade de olhar para trás.
Mas o vento soprava fortemente.
A distância entre ambos já era muito grande,
que os olhos do Condor, não mais puderam ver os olhos da Águia.
Talvez ambos tenham se arrependido, de não terem tentado voltar atrás
e recomeçar seu vôo juntos, mas silenciaram-se.
O Condor ainda esperaria; mas conhecendo sua amiga,
sabia que ela nunca o procuraria; porque sua racionalidade
era bem mais forte que seu sentimento.
E os sentimentos de ambos, eram medidos pela Águia ( sempre racional )
com uma desvantagem para o Condor: " ele a amava mais "!

E se foram...

Para onde?

Não se sabe;
mas ainda se ouve o bater das asas solitárias do Condor
nos altos das Cordilheiras e o grito da Águia nas montanhas;
à procura do que ela com certeza; não deu conta
de que era "sentimento".

À uma águia, que em meio a sua tentativa de vôo;
fez um Condor muito feliz!
Que ela possa descobrir, que a racionalidade e os sonhos,
devem caminhar juntos e serem dosados com muito amor,
para que se possa ser feliz!
Simplesmente feliz!!!

Autora: Márcia Zauza

Louca paixão


Na necessidade dos seus carinhos me humilhei,
esqueci da minha vida para viver somente o seu mundo.

No desespero de estar te perdendo,
cruzei caminhos difíceis para te encontrar,
não tive medo de nada, queria ter você a qualquer custo.

Na incerteza do seu amor, arrisquei as mais ousadas conquistas,
Transformei-me em outra pessoa, quis te impressionar,
perdi minha identidade.

No distanciar dos seus olhos, chorei as lágrimas mais doloridas.
Escrevi os poemas mais tristes,
destruí meu coração, quase enlouqueci.

Na esperança de ter você sempre junto a mim, te sufoquei com a minha companhia, quis estar presente o tempo todo e quanto mais estava junto de você, mais te perdia...

No limite de tudo, quando já não era mais possível nenhuma tentativa,
Joguei-me aos seus pés,
e aceitei viver à sua maneira, e prometi nada reclamar...

Anulei-me, dei todo o Amor que alguém pode dar,
gastei todos os meus sentimentos,
Esvaziei-me...
morri ali... lutando por seu Amor...


segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

A pessoa errada...


A pessoa errada.

“Pensando bem...
Em tudo o que a gente vê, e vivencia
e ouve e pensa
Não existe uma pessoa certa pra gente
Existe uma pessoa
que se você for parar pra pensar
É , na verdade, a pessoa errada.
Porque a pessoa certa
faz tudo certinho
chega na hora certa,
fala as coisas certas,
faz as coisas certas,
mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas.
Aí é a hora de procurar a pessoa errada.
A pessoa errada te faz perder a cabeça,
fazer loucuras, perder a hora,
Morrer de amor.
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar,
que é pra na hora que vocês se encontrarem
a entrega ser muito mais verdadeira
A pessoa errada é, na verdade,
aquilo que a gente chama de pessoa certa.

Essa pessoa vai te fazer chorar,
mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas.
Essa pessoa vai tirar seu sono,
mas vai te dar em troca uma noite de amor inesquecível.
Essa pessoa talvez te magoe,
e depois te enche de mimos pedindo seu perdão.
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado
Mas vai estar 100% da vida dela esperando você,
vai estar o tempo todo pensando em você.
A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo,
porque a vida não é certa.
Nada aqui é certo
O que é certo mesmo, é que temos que viver cada momento,
cada segundo,
Amando, sorrindo, chorando, emocionando,
pensando, agindo, querendo, conseguindo.
E só assim é possível chegar àquele momento do dia,
em que a gente diz: "Graças a Deus deu tudo certo"!
Quando na verdade, tudo o que ele quer
É que a gente encontre a pessoa errada
pra que as coisas comecem a realmente
funcionar direito pra gente...” (Luis Fernando Veríssimo)


Eu quero a pessoa errada PORRA!!!!! Buá buá!!!!!!!!!!!!!!