sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Mais que a mim



Ouvi dizer que você tá bem
Que já tem um outro alguém
Encontrei moedas pelo chão
Mas não vi ninguém pra me abraçar, me dar a mão

Eu chorei sem disfarçar
Quando vi seu carro passar
Vi todo amor que em mim ainda não passou
Eu já não sei bem aonde vou, mas agora eu vou

Tentei falar mas você não soube ouvir tente admitir
Tentei voltar e pude ver o quanto errei
Te amei mais que a mim
Ah, bem mais que a mim, mais que a mim

Ouvi dizer que você tá bem
Que já tem um outro alguém
Encontrei moedas pelo chão
Mas não vi ninguém pra me abraçar, me dar a mão

Eu chorei sem disfarçar
Quando vi seu carro passar
Vi todo amor que em mim ainda não passou
Eu já não sei bem aonde vou, mas agora eu vou

Tentei falar mas você não soube ouvir tente admitir
Tentei voltar e pude ver o quanto errei
Te amei mais que a mim
Ah, bem mais que a mim, mais que a mim


Música Ana Carolina e Maria Gadú... Lindo demais!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

O verdadeiro amor




O gostar o se apaixonar bate várias vezes na porta da vida
Você gosta e diz para a pessoa: eu te amo
Você tem carinho por uma pessoa e está com ela há muito tempo e diz pra ela: eu te amo
Você se apaixona por alguém quando é adolescente e diz para pessoa: Eu te amo
Mas chega um dia, quando você amadurece na vida e consegue distinguir o que é bom e o que é ruim, e de repente percebe o que pode ser a felicidade completa.
Ai você descobre uma pessoa que te completa, te acrescenta, a quem num único piscar de olhos você diz a ela tudo que sente.
Todos os problemas parecem ir embora. As horas passam ao lado desta pessoa sem que você perceba.
Os dias passam e você quer sempre estar ao lado dela.
A noite passa, festas passam, encontros passam, e se essa pessoa não está ao seu lado nada parece completo.
Pronto, aí você diz: EU TE AMO para a pessoa amada.
Aí você percebe que dizia eu te amo da boca pra fora para as outras pessoas, na verdade você gostava delas de uma forma carinhosa, e como era quem estava do seu lado então você achava que aquilo era amor.
Amor é o sentimento que nos desperta paixão, nos desperta paz, nos desperta vontade de dormir de conchinha e de acordar com um beijo um olhar de que foi mais uma noite de muitas outras maravilhosas que virão.
Amar, a gente só ama uma vez...

OPRAH WINFREY


Relações

-Se um homem quer você, nada pode mantê-lo longe.

-Se ele não te quer, nada pode fazê-lo ficar.

-Pare de dar desculpas (de arranjar justificativas) para um homem e seu comportamento.

-Permita que sua intuição (ou espírito) te proteja das mágoas.

- Para de tentar se modificar para uma relação que não tem que acontecer.

-Mais devagar é melhor. Nunca dedique sua vida a um homem antes que você encontre o que realmente te faz feliz.


-Se uma relação terminar porque o homem não te tratou como você merecia, "dane-se, mande pro inferno, esquece!", vocês não podem "ser amigos". Um amigo não destrataria outro amigo.



-Não conserte.


-Se você sente que ele está te enrolando, provavelmente é porque ele está mesmo. Não continue (a relação) porque você acha que "ela vai melhorar"



-Você vai se chatear daqui um ano por continuar a relação quando as coisas ainda não estiverem melhores.


-A única pessoa que você pode controlar em uma relação é você mesma.


-Evite homens que têm um monte de filhos, e de um monte de mulheres diferentes. Ele não casou com elas quando elas ficaram grávidas, então, porque ele te trataria diferente?


-Sempre tenha seu próprio círculo de amizade, separadamente do dele.


-Coloque limites no modo como um homem te trata. Se algo te irritar, faça um escândalo.


-Nunca deixe um homem saber de tudo. Mais tarde ele usará isso contra você.

-Você não pode mudar o comportamento de um homem. A mudança vem de dentro.


-Nunca o deixe sentir que ele é mais importante que você... Mesmo se ele tiver um maior grau de escolaridade ou um emprego melhor.


-Não o torne um semi-deus.

-Ele é um homem, nada além ou aquém disso.

-Nunca deixe um homem definir quem você é.

-Nunca pegue o homem de alguém emprestado.

-Se ele traiu alguém com você, ele te trairá.


-Um homem vai te tratar do jeito que você permita que ele te trate.

-Todos os homens NÃO são cachorros.

-Você não deve ser a única a fazer tudo... Compromisso é uma via de mão dupla.


-Você precisa de tempo para se cuidar entre as relações. Não há nada precioso quanto viajar. Veja as suas questões antes de um novo relacionamento.


-Você nunca deve olhar para alguém sentindo que a pessoa irá te completar... Uma relação consiste de dois indivíduos completos... Procure alguém que irá te complementar.. Não suplementar.


-Namorar é bacana. Mesmo se ele não for o esperado Sr. Correto.


-Faça-o sentir falta de você algumas vezes... Quando um homem sempre sabe que você está lá, e que você está sempre disponível para ele - ele se acha...


-Nunca se mude para a casa da mãe dele. Nunca seja cúmplice (co-assine) de um homem.


-Não se comprometa completamente com um homem que não te dá tudo o que você precisa.

- Mantenha-o em seu radar, mas conheça outros...


-Compartilhe isso com outras mulheres e homens (de modo que eles saibam). Você fará alguém sorrir, outros repensarem sobre as escolhas, e outras mulheres se prepararem.


-Dizem que se gasta um minuto para encontrar alguém especial, uma hora para apreciar esse alguém, um dia para amá-lo e uma vida inteira para esquecê-lo.


-O medo de ficar sozinha faz que várias mulheres permaneçam em relações que são abusivas e lesivas: Dr. Phill



-Você deve saber que você é a melhor coisa que pode acontecer para alguém e se um homem te destrata, é ele que vai perder uma coisa boa.


-Se ele ficou atraído por você à primeira vista, saiba que ele não foi o único.


-Todos eles estão te olhando, então você tem várias opções. Faça a escolha certa.

Ladies, cuidem bem de seus corações...



Autora: Oprah Winfrey

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

PODEMOS DAR CERTO? COMO O MEDO E A VERGONHA NOS UNEM?


“Nós nos acalmamos”

Lembre-se de como teve início seu relacionamento.
Quantas mulheres se apaixonariam por um homem se ele deixasse claro que teria de aprovar todos os seus gastos pessoais? Pareceria tão maravilhoso se ele lhe dissesse que depois de se casarem ele esperava sair com os amigos toda noite, quer você ficasse sozinha ou não, ou que ele aprovava o fato de seu pai bater na sua mãe de vez em quando? Você se apaixona porque no fundo acredita que ele será generoso - pelo menos financeiramente -, atencioso, companheiro e que ele nem sonharia em ferir seus sentimentos ou seu corpo. Quantos homens se apaixonariam por uma mulher se achassem que ela os considera: uns fracassados, preguiçosos ou covardes?
Um homem precisa acreditar que sua parceira ficará feliz com seu sucesso, que ele pode lhe dar satisfação sexual e que ela se sente segura sob sua proteção. É assim para a maioria dos casais.

Ele acalma a ansiedade dela e ela acalma a vergonha dele, simultaneamente, um faz com que o outro se sinta importante e valioso. Essa compaixão e esse companheirismo são a base da conexão.
Como nos separamos: a ansiedade dela leva à vergonha dele e a vergonha dele provoca a ansiedade dela.


No final do primeiro ano de casamento, Marcos começou a entender os pedidos absolutamente normais de Marlene para ter mais proximidade, como: «O modo como você demonstra amor não é suficiente." Ele, então, passou a adotar um comportamento de fuga típico da vergonha - distração, afastamento, controle, crítica ou brigas. É claro que isso só aumentou o medo de Marlene da agressão, do isolamento e da privação. Esse padrão é tão comum que você deve conhecer alguns casais que tiveram a seguinte experiência no carro. A mulher fica assustada com um barulho repentino ou algo que ela vê na estrada.

O homem interpreta a reação involuntária dela como uma crítica ao modo como ele dirige.




Ele fica irritado e dirige com mais agressividade; ela se mostra mais nervosa. Eles discutem cada um achando que o outro é insensível, não tem consideração e é imaturo. Da mesma forma, muitos homens ficam incomodados com a ansiedade sutil de suas esposas ou namoradas, quando eles andam juntos por um lugar escuro e isolado à noite. Eles vêem o medo como uma crítica a sua capacidade protetora. «Está preocupada com o quê? Eu estou aqui para cuidar de você!" Com o tempo, eles começam a rejeitar a ansiedade de suas esposas para se protegerem da vergonha. Como conseqüência, os dois se sentem mais isolados no relacionamento. Há outro motivo para termos dificuldade em perceber as vulnerabilidades emocionais do sexo oposto. Os pesquisadores observaram que a criação das meninas as ensina a serem Aristóteles disse que a única virtude é a moderação, e isso não podia estar mais certo quando se trata do medo e da vergonha. Moderar nossas vulnerabilidades básicas é muito bom. Podemos nos divertir mais numa festa se não ficarmos pensando na possibilidade iminente de que um terremoto vá destruir o prédio ou alimentando a suspeita de que uma ex amante esteja contando a todos sobre sua ejaculação precoce.
Um leve receio da privação pode nos ajudar a gostar de fazer compras, e

um receio da vergonha pode nos fazer estudar mais para uma prova. Já o pavor pode nos levar a tentar evitar qualquer privação comprando demais, comendo demais, qualquer coisa demais. Pavor de isolamento nos faz grudar-nos outros, bajular, exagerar na submissão, tolerar maldades ou abusos e perder a nossa individualidade. O exagero na tentativa de sufocar o medo de nos ferir pode inibir o crescimento, a criatividade, a ambição e o estabelecimento de metas, e nos tornar conservadores, tímidos e ansiosos demais. Há pessoas que exige jóias, roupas caras ou férias exóticas como compensação pelo afastamento ou pela distração dos parceiros. No nosso trabalho, encontramos pessoas que afirmam: "Bem, pelo menos consegui uma nova jóia com isso." Não se deve julgá-las apressadamente por seu "materialismo': Elas só estão tentando afastar o medo do isolamento (se ele gasta muito, deve gostar mesmo de mim) e da privação (se eu tiver mais, não vou sentir falta de nada). É claro que isso não funciona. A única proteção real contra danos e solidão é a conexão íntima. Chega a ser surpreendente o número de mulheres que para fugir do medo aceitam manter relações agressivas. Seria sensato pensar que o instinto de evitar o medo funcionaria como uma proteção, nesses casos, fazendo-as se afastarem desses homens. Há dois motivos importantes para que o contrário aconteça. Um é que o risco aumenta muito quando uma mulher deixa um homem violento. Elas sofrem até ameaças de morte se ousar partir. O outro motivo - e isso pode ser chocante - é que para a maioria dessas mulheres a agressividade e a dominação eram uma promessa de proteção, no início do relacionamento. Depois que começam os espancamentos e o senso de realidade delas se deteriora, elas se sentem, embora seja perigoso, protegidas dos perigos externos.




O medo do isolamento e da privação pode ajudá-las – as mulheres têm uma probabilidade maior de deixar esses relacionamentos quando elas têm alguém com recursos suficientes a quem elas possam recorrer em busca de segurança.
Evitar a vergonha também pode manter um homem em um relacionamento com uma mulher que constantemente o critica e o censura. Você deve conhecer relacionamentos em que as pessoas se perguntam: "Por que ele a agüenta?" É tão difícil entender por que um homem maravilhoso e competente tolera as queixas e o desprezo constantes da mulher. Eis aqui o motivo: a idéia de fracassar no relacionamento e a perspectiva de outro homem que a faça feliz - quando ele não pode fazê-la feliz - paralisam-no de vergonha e o mantém preso no relacionamento abusivo. No aspecto mais sombrio, evitar excessivamente a vergonha pode nos tornar agressivos, narcisistas e nos deixar com mania de grandeza (exagerando sobre nossa aparência, nossos talentos e habilidades). Também pode fazer com que nos sintamos superiores, insolentes e autoritários. Pode nos levar ao afastamento, à rejeição, à frieza e à insensibilidade. Pode tornar o orgulho mais importante do que o amor e permitir a "humilhação" para justificar o assassinato, o terrorismo e a guerra. Felizmente não precisamos conviver com o pior do medo e da vergonha. Na verdade, podemos aprender a usá-los para melhorar nossas relações e, com isso, tornar o mundo um lugar melhor. A questão que queremos ressaltar é que a dinâmica medo-vergonha opera tão distante da consciência que é quase impossível desarmá-la apenas conversando sobre ela! A conexão que queremos deve ir além das palavras. Um motivo para ser pouco eficiente discutir a relação é que o medo e a vergonha os impedem de ouvir um ao outro, apesar do quanto se procura "entender" ou "refletir". O pré-requisito para ouvir é se sentir seguro, e é difícil se sentir assim quando a ameaça de medo ou vergonha paira sobre sua cabeça. A situação é tão apavorante que o sistema límbico, a parte do cérebro encarregada de sua segurança, atropela qualquer forma de pensamento racional. Quase tudo o que você ouve só serve para despertar medo ou vergonha.



Num episódio de uma tirinha famosa (Par Side) aparece um homem que conversa com uma cachorra chamada Ginger. Um balão trazia o que o homem dizia e o outro o que o animal ouvia. O homem falava muito, mas só o que a cachorrinha ouvia era isso:
- Blablablá, Ginger. Blablablá, Ginger. Blablablá, Ginger.
A não ser que uma mulher esteja emocionalmente conectada ao parceiro, é mais ou menos isso o que ele vai ouvir quando ela falar com ele:
- Blablablá, fracasso. Blablablá, não é suficiente.
Blablablá, não serve para nada. Blablablá, inútil.



A não ser que um homem esteja em sintonia com a parceira de uma forma que ela se sinta segura, isto é o que ela vai ouvir quando ele a criticar, independentemente de ele ter
"razão":
- Blablablá, eu não amo você. Blablablá, eu não estou nem aí para você. Blablablá, eu posso até te machucar. E quando ele a ignora ou se faz de surdo, ela ouve o verdadeiro som do silêncio. ____ "eu não amo você. , eu não estou nem aí para você. , eu posso até te machucar.
O melhor ainda está por vir Há uma mensagem bem diferente, para além das palavras, que percorre um lugar mais profundo do que aquele em que se encontra a dinâmica medo-vergonha. Embora sejam poderosos e penetrantes, o medo e a vergonha não são o que há de mais profundo nem mais importante em você. Mais no fundo está sua parcela compassiva e amorosa que era tão ativa na sua infância e quando vocês se apaixonaram. Ela ainda está lá, embora possa estar escondida sob o ressentimento que os faz brigar e o medo e a vergonha que os deixam ressentidos.
Entendendo isso, permitindo isso... verá que vocês podem resgatar o mais precioso sentimento, o amor. E nenhuma das fugas devido ao medo e a vergonha é a saída. Tudo isso precisa de um “EU QUERO” “EU AMO” “EU POSSO” “EU QUERO VIVER ESSE AMOR E SEM VERGONHA E SEM MEDO DE MOSTRAR O QUANTO SOMOS FELIZES APESAR DOS PESARES.”

domingo, 20 de dezembro de 2009

O poema ideal para o Ano novo, de novo?????


Quisera escrever um poema de Ano Novo!

Um poema tão contagiante quanto música.
Um poema tão simples

Que nem precisasse de tradução.
Quisera escrever um poema novo,

Desses que roçam a pele, arrepiam, tocam a alma.
Quisera escrever um poema de Ano Novo!

Que convocasse ao abraço, ao carinho.

Um poema cálido, como colo de mãe.

Um poema que afastasse as mazelas,

Um poema com a energia dos mantras

Que doasse vida a quem recitasse

E que trouxesse só alegria aos ouvidos.

Quisera escrever um poema todo vestido de branco

Iluminado, como devem ser todos os dias.

Um poema que saltasse dos livros

E, como girândolas girassem, pelas montanhas,

Numa profusão de cores e brilhos.

Quisera escrever um poema abençoado

Um poema que abraçasse a todos

Como uma graça,

Despido de credos, fronteiras, linguagens.

Quisera compor um poema cujas rimas

Tivessem a riqueza de destruir os carrascos.

Quisera escrever um poema de Ano Novo!

Quisera envolver cada amigo com uma métrica mágica,

Capaz de transformar, criar, soterrar injustiças.

Quisera escrever tudo isso

Na busca desse poema ideal,

Acabei em apenas uma única palavra.

Acabei, artífice, poetiza incapaz, descobrindo

Um único vocábulo…

Síntese de toda minha ânsia.

Aí está…

Meu poema incompleto.

Que em 2010, tudo se resuma a uma única busca:

Danielle Georg.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Delícia de Gozo


À noite, palavras sem nexo
Transcendem a sexo
Não falo, murmuro
Preparo o mergulho
No teu doce mar.
À noite, o quarto é escuro
Mas há um contra-senso
Um brilho intenso
A luz é tão forte
Que pode cegar
Dois corpos
Tochas lampejantes
Se fundem em um só corpo
Tão forte é o enrosco
Que faz delirar
Me perco, no tempo e no espaço
No teu doce abraço
Não sei o que faço
É só frenesi
Me deixo levar...

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Minha Cruel Ilusão



Qual é a pior traição?

Para mim a do meu próprio coração!

Que mesmo sabendo quem tu eras;

Quem tu foste;

O que fizeras...

Ainda assim me dei...

Dei-me enganosamente

Entregando meus pontos fracos vagarosamente;

Para você se entranhar novamente

Em minha alma... Perigosamente!

Levou contigo o doce beijo;

Deixo comigo um cruel pelejo;

Que na solidão ainda vejo;

A morte de alguém que eu amei!!!

Seria eu posta a prova por esse alguém mais uma vez?

Sim, pois bem;

Se me jogou no chão

Magoando meu coração

Retirando meus sonhos de paixão

Então não contes a nenhum vilão;

Porque posta a prova eu fui, e passei sem nenhuma intenção;

Como nada nessa vida fica em vão

Faço desses versos minha ressurreição;

Para que sempre saibas

Que jamais permitirei que falsos percalços em meu caminho

Produzam o suficiente para plantar muitos espinhos.

Cuidado amor..., mais devagar;

Plante mais flores, mas sem enganar;

Porque nada nessa vida, fica sem resposta...,E a resposta que Deus dá...,

É o caminho por onde um dia querendo ou não; você passará!!!



Autora: Danielle Georg.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Se amar fosse fácil....




Você sabia disso?



Se amar fosse fácil,
não haveria tanta gente amando mal,
nem tanta gente mal amada.
Se amar fosse fácil,
não haveria tanta fome,
nem tantas guerras,
nem gente sem sobrenome.
Se amar fosse fácil,
não haveria crianças nas ruas sem ter ninguém,
nem haveria orfanatos,
porque as famílias serenas adotariam mais filhos,
nem filhos mal concebidos,
nem esposas mal amadas,
nem mixes, nem prostitutas.
E nunca ninguém negaria o que jurou num altar,
nem haveria divórcio e nem desquite, jamais...
Se amar fosse tão fácil,
não haveria assaltantes e as mulheres gestantes não tirariam seu feto,
nem haveria assassinos,
nem preços exorbitantes nem os que ganham demais,
nem os que ganham de menos.
Se amar fosse tão fácil nem soldados haveria,
pois ninguém agrediria,
no máximo ajudariam no combate ao cão feroz.
Mas o amor é sentimento que depende de um "eu quero",
seguido de um "eu espero";
e a vontade é rebelde, o homem,
um egoísta que maximiza seu "eu" por isso, o amor é difícil.
Jesus Cristo não brincava quando nos mandou amar.
E, quando morreu amando deu a suprema lição.
Não se ama por ser fácil, ama-se porque é preciso!

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Síndrome do Pânico






"A síndrome do pânico, na linguagem psiquiátrica chamada de transtorno do pânico, é uma enfermidade que se caracteriza por crises absolutamente inesperadas de medo e desespero. A pessoa tem a impressão de que vai morrer naquele momento de um ataque cardíaco porque o coração dispara, sente falta de ar e tem sudorese abundante.
Quem padece de síndrome do pânico sofre durante as crises e ainda mais nos intervalos entre uma e outra, pois não faz a menor idéia de quando elas ocorrerão novamente, se dali a cinco minutos, cinco dias ou cinco meses. Isso traz tamanha insegurança que a qualidade de vida do paciente fica seriamente comprometida."


Fonte: http://www.drauziovarella.com.br/entrevistas/panico.asp

O transtorno do pânico é um problema sério?
O T.P. já é considerado um problema sério de saúde. Atualmente 2 a 4% da população mundial sofre deste mal, que acomete mais mulheres do que homens em uma proporção de 3 para 1. Há muito que o T.P. deixou de ser um diagnóstico de exclusão. Hoje, mais do que nunca, há necessidade de um diagnóstico de certeza para tal entidade clínica. As pessoas que sofrem deste mal costumam fazer uma verdadeira "via-crucis" a diversos especialistas médicos ("doctor shopping") e após uma quantidade exagerada de exames complementares recebem, muitas vezes, o patético diagnóstico do "nada", o que aumenta sua insegurança e seu desespero. Por vezes esta situação dramática é reduzida a termos evasivos como: estafa, nervosismo, stress, fraqueza emocional ou problema de cabeça. Isto pode criar uma incorreta impressão de que não há um problema de fato e de que não existe tratamento para tal patologia.
O T.P. é real e potencialmente incapacitante, mas pode ser controlado com tratamentos específicos. Por causa dos seus sintomas desagradáveis, ele pode ser confundido com uma doença cardíaca ou outra doença grave. Frequentemente as pessoas procuram um pronto-socorro quando têm a crise de pânico e podem passar desnecessariamente por extensos exames médicos para excluir outras doenças.

Os médicos em geral tentam confortar o paciente em crise de pânico, fazendo-o entender que não está em perigo. Mas estas tentativas podem às vezes piorar as dificuldades do paciente: se o médico usar expressões como "não é nada grave", "é um problema de cabeça" ou "não há nada para se preocupar", isto pode produzir uma impressão incorreta de que não há problema real e de que não existe tratamento ou de que este não é necessário, conforme já comentado.




Qual é a população atingida?

As pessoas que tem o T.P., em sua maioria, são pessoas jovens (faixa etária de 21 a 40 anos), que encontram-se na plenitude de suas vidas profissionais. O perfil da personalidade das pessoas que sofrem do T.P., costuma apresentar aspectos em comum: geralmente são pessoas extremamente produtivas à nível profissional, costumam assumir uma carga excessiva de responsabilidades e afazeres, são bastantes exigentes consigo mesmos, não convivem bem com erros ou imprevistos, têm tendência a se preocuparem excessivamente com problemas cotidianos, alto nível de criatividade, perfecionismo, excessiva necessidade de estar no controle e de aprovação, auto-expectativas extremamente altas, pensamento rígido, competente e confiável, repressão de alguns ou todos os sentimentos negativos (os mais comuns são, o orgulho e a irritação), tendência a ignorar as necessidades físicas do corpo, entre outras. Essa forma de ser acaba por predispor estas pessoas a situações de stress acentuado, fato este que pode levar ao aumento intenso da atividade de determinadas regiões do cérebro desencadeando assim um desequilíbrio bioquímico e consequentemente o aparecimento do T.P..

Para as pessoas que não tem, e para as que possam vir a conviver com o problema:



O T.P. não é loucura, nem "frescura". Infelizmente é comum que os distúrbios psíquicos sejam interpretados como simples fraqueza de caráter. O melhor jeito para conviver com uma pessoa que passou pelo T.P., É compreender pelo que a pessoa passa; fazendo com que essa pessoa saiba que você entende o que se passa com ela, isso irá tranquilizá-la, trazendo bem-estar, pois é bem difícil se ter um "ataque", perante uma pessoa ou ambiente que conheça o problema, junto com um "tratamento", preferencialmente, tratado por um psiquiatra. Pois os que sofrem com o transtorno do pânico são ótimas companhias, devido a sua sensibilidade apurada, pois uma experiência ruim algumas vezes frutifica em crescimento interior. E sempre mantenha essa pessoa normalmente convivendo com suas atividades, percebendo as suas limitações e não "forçando nenhuma barra". Aos poucos a vida volta a normalidade.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Sociopata, Psicopata ou Maquiavélico?



Em minha nova análise..., fiquei curiosa e gostaria de saber o que vocês acham!

“Também conhecido com "Distúrbio da Personalidade Anti-social" (DPA), descreve indivíduos com marcado egocentrismo que não têm deferência normal pelas outras pessoas, manipulando-as, como quer seja necessário, para atingir seus objetivos. O que caracteriza um sociopata é: Atitudes impulsivas, incontroláveis; Frieza, insensibilidade com relação às outras pessoas (ausência de piedade, compaixão e altruísmo); Ausência de valores morais ("éticos"); Agem como se estivessem acima das leis e da sociedade; Ausência de sentimento de culpa ou remorso; Covardia (só praticam o delito com a certeza de a vítima não poder reagir); Freqüentemente, age por motivação sexual; Suas atitudes seguem uma lógica própria; Obtém prazer através da violência; Inteligência normal ou acima da média; Ausência de delírio e alucinação; Conhecem e usam com habilidade as brechas da Lei; Mitomania (grande habilidade para mentir, forjar situações, convencer pessoas a acreditar no que não é verdadeiro); Manipulação (habilidade de induzir as pessoas a fazer o que o sociopata quer, através da mentira, insinuação, produção de falsas "provas", sedução, intimidação, ameaça, violência).”



Sociopatia pode ser definida como: “transtorno da personalidade anti-social” ou “transtorno da personalidade dissocial”.
Os sociopatas caracterizam-se pelo seu egocentrismo, desprezo por todo gênero de leis, regras e obrigações, assim como pelo bem estar alheio.
Não se trata de nenhum tipo de atraso mental, na medida em que os indivíduos sociopatas apresentam um QI normal e até acima da média. Eis algumas características da Sociopatia e dos traços que definem um sociopata:

Perfil do Sociopata
- Desprovidos de qualquer sentimento de remorso e de valores morais, recorrem da mentira, calúnia, insultos, sedução, intimidação, ameaças e violência, para verem satisfeitas as suas vontades.
- São incapazes de ser fieis, ou leais e muito menos de amar alguém, inclusivamente os filhos, colocando-os muitas vezes em risco. (pensam que amam, mas na verdade é a simples presença de ter alguém para manipular sempre)
- Não se compadecem pelo choro alheio. As manifestações emocionais das outras pessoas são-lhe completamente indiferentes. Se for preciso ainda agridem e humilham mais a pessoa que está em sofrimento, para que esta se cale, alegando precisar de silêncio.


- São covardes, porque “atacam”, sobretudo aqueles que dificilmente poderão reagir às suas agressões. Tendem a culpar as suas vítimas dos seus atos mais insanos, chamando-lhes de loucas, estúpidas e outras ofensas, sublinhando que são merecedores de todo o sofrimento que lhes incute.




- Revelam uma necessidade doentia de manipular tudo e todos. Os ciúmes doentios são uma constante. Exige controle absoluto do dinheiro, horários, telefones, passos, amigos etc. Quando perdem o comando das situações, reagem violentamente, com ataques de fúria que se podem traduzir em agressões físicas, verbais e com punições severas, manipulando indiretamente aqueles que cercam suas “presas”, um exemplo clássico de um sociopata com “poder” ele comanda com os meios que tem as pessoas que sempre por alguma razão estão te devendo algum tipo de favor, premeditadamente fazem isso de forma capciosa para poder precisar mais tarde, não por uma questão de troca de interesse comum, mas exclusivamente para seu próprio prazer. As pessoas que o cercam tem a sensação de que são “protegidas”, pois ele as faz sentir-se assim, que simplesmente não conseguem perceber que ele é o seu maior inimigo.



- Nos relacionamentos, (mesmo entre pais e filhos), perdem a calma com facilidade, passando rapidamente da serenidade para a gritaria, com acessos de grande raiva. Dão pontapés e murros nas paredes, mobílias, corroem unhas, descontam no animal de estimação, tem ataques insanos, mas geralmente em grau leve quando as pessoas não podem notar, se usar bebida alcoólica, ficará mais abusivo ainda. Seus filhos (geralmente são comprados e indiretamente ficam a mercê do “doente mental” que colocará a culpa sempre em quem perceber sua doença, afastando-a de qualquer convívio social de seu meio. Eventualmente agride fisicamente as pessoas que os rodeiam, em geral são os abusos morais que são os mais comuns. A convivência com o sociopata pode prejudicar o relacionamento daqueles que se envolvem com ele. O que as pessoas deveriam saber, é que esse tipo de “ser humano” precisa ser afastado imediatamente para um tratamento ostensivo com médicos especializados para que o transtorno não se torne pior. O individuo em si, com essas características tem um histórico de vida muito ruim. Não se sabe dizer ao certo se a “Sociopatia” é um caso genético. Porém existe a grande possibilidade de ser. Ele vive para ele, no mundo dele e não se compadece prontamente com as pessoas, a menos que elas possam te dar alguma coisa interessante. O pior é que muitas vezes na relação com um sociopata, o mesmo pode levar seus parceiros, seus empregados, seus filhos ou pessoas que estão ligadas diretamente a ele, ao um nível de stress incomensurável e a adoecerem junto com ele.


Como existem vários tipos de sociopata, ele pode usar muitas técnicas, inclusive aos dos “amigos” jogando um contra o outro, falando de um para o outro, valorizando o outro para passar as informações que são necessárias – como ex. Vc é meu braço direito – articulador e perverso pode reconhecer a semelhança de sociopata como ele. Desconfiado em geral, não tem respeito por ninguém, nem pelos seus próprios pais. Divertindo-se com a desgraça alheia, ele nunca sabe de nada, nunca tem culpa de nada, está sempre por trás dos bastidores das maiores confusões, intriga e fofoca são um prato cheio para esse tipo de pessoa. Isso os motiva e se algo der errado em suas articulações ardilosas, ele arrumará um culpado, sem pensar duas vezes em defender-se colocando a culpa no outro, ainda que esse outro o proteja. Ele sempre encontra alguém para lhe aliviar a “pseuda” dor, fazendo assim que essa pessoa acredite veementemente que suas intenções eram realmente as melhores possíveis (mais uma vez manipulando) quando o sociopata consegue por intermédio daquele que o este ajudando a pegar sua presa, ele se esquece do tão amigo que o ajudou, logo assim que ele consegue obter o que almeja. O sociopata em geral, sofre com perturbações quando não tem com o que se preocupar, procurando um co-autor que alimente sua intenção de pisar. Ele quer alguém que viva para ele, que respire ele, que viva no mundo nele, para que ele se sinta confortável em relação as suas maldades. Então começa um jogo terrivelmente diabólico entre seres humanos, enquanto ele interiormente se diverte, subestimando seus amigos, co-autores e seus inimigos futuros. Pensamento típico do Sociopata há uma passo para a Psicopatia: “eu quero é ver o mundo se queimando enquanto estou na praia esperando os peixes subirem para eu me alimentar”.
- Não sentem qualquer arrependimento dos atos que comentem, mas podem fingir na perfeição uma crise de remorsos, se entenderem que isso lhes pode trazer algum benefício pessoal.



- Verifica-se uma baixa tolerância à frustração, reagindo às contrariedades como crianças birrentas.
- Os sociopatas são sedutores por excelência. A postura charmosa fáz-los parecer afáveis. Este aspecto teatral da personalidade destes indivíduos torna-os de tal modo convincentes que poucos desconfiam do lado perverso e obscuro que os define. E fica muito difícil para a pessoa que está completamente envolvida com ele perceber que ele é um perigo. Pois ele é tão aconselhador, atraente, tão seguro de si. Que todos acham ele o melhor partido que poderia lhes acontecer. Mas quando o sociopata percebe que sua “máscara” está caindo. Ele logo arranja um jeito de mudar o foco para despistar e colocar a culpa na pessoa em que descobriu sua doença. Começa então a tirar a credibilidade desta pessoa, e a faz sentir-se a pior pessoa do mundo. Fazendo e constituindo provas para que as pessoas a sua volta sejam testemunhas depois de que ele foi a pessoa que tentou somente ajudar.





- Socialmente são gentis, calmos, por norma bem vista pela comunidade, são pessoas que, riem e param de rir rapidamente mudando de assunto facilmente. Seus elogios nunca são espontâneos “quase sempre quando o fizer, indiretamente será ele quem estará levando o crédito”… Ex: “Olha como vc hoje em dia está tão linda (o), se você não tivesse feito isso ou aquilo, eu não teria feito isso ou aquilo..., você estava perfeita (o) hoje, nós conseguimos.” Perceba que em tudo o que ele diz, você só tem valor ao lado dele (a). Muitos só se percebem do seu lado perverso, momentos antes de morrerem nas mãos do sociopata.




Autora: Danielle Georg.