segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Morri e Agora? A Enfermeira




A Enfermeira

Sônia estava atrasada para o trabalho. Depois de aprontar seus filhos para a escola chegou no hospital onde trabalhava. Ao atravessar a rua correndo é atropelada por um veículo. Logo os funcionários do hospital a socorreram. Ouvia seus colegas de trabalho dizendo que seu estado era muito grave. Durante o atendimento um dos médicos declara que estava morta.

Sônia entra em desespero, pois se sentia viva. Ouvia tudo que acontecia a sua volta. Suas amigas enfermeiras choravam e lamentavam sua morte. Porem uma voz de alguém que não conseguiu identificar diz que sabe que ela estava viva e que deveria se acalmar.

Ouve a voz dizendo que seria levada para um local mais tranqüilo e que deveria se acalmar. Sônia ainda sem entender nada conclui que seria levada para a U.T.I. Ao mesmo tempo continuava ouvindo choros e lamentações em sua mente.

Dormiu e ao acordar do sono em que se encontrava viu que estava em uma enfermaria, mas que não sabia onde ficava esta enfermaria. Achou estranho o fato de não encontrar os ferimentos que havia no seu corpo depois do atropelamento.

Um médico que nunca viu na vida entra no quarto e questiona se está bem. A esta altura ela acreditava estar saindo de um coma e que estava em outro hospital. Então ela pergunta para o médico:

- Onde estou?
- Você está na outra parte do hospital.
- Que outra parte? – indaga curiosa.
- Na que fica do outro lado – respondeu uma das senhoras que se encontravam no quarto.
- Lado, que lado?
- Do além – diz a senhora baixinho e rapidamente.
- Sônia – falou o senhor médico -, você compreenderá aos poucos.

Sônia fica aborrecida, finge dormir. Quando todos saem do quarto ela escapa. Passa por um corredor e vê uma escada. Logo reconhece o hospital onde trabalhava. Então volta para o quarto achando estranho o fato de nunca ter visto aquela parte do hospital onde trabalhava. Em um segundo momento ela foge do hospital.

Sem saber como ela chega na casa onde morava. Tentava por os objetos no lugar, mas percebeu que não os conseguia mover. Depara-se com seu filho e sua mãe e se surpreende pelo fato deles não a conseguir ver. Ninguém na casa a conseguia ver e ouvir. Sônia acha tudo estranho e acredita que a família estava irritada pelo fato dela ter fugido do hospital.

Isso durou semanas.

Aproveitando que sua mãe iria ao hospital pegar algumas coisas dela, Sônia vai junto. Ao chegar no hospital não encontra mais as escadas por onde havia fugido e perde sua família. Vai até a área de doentes terminais onde trabalhava.

Viu um senhor em estado terminal que já conhecia pelo fato de ser rude e mal educado com os funcionários do hospital que tratavam dele. O senhor tem o estado de saúde agravado e morre na sua frente. Sônia vê dois vultos escuros entrando no quarto. Um deles puxa o senhor da cama com força fazendo com que o senhor se transformasse em duas pessoas. O que ficou na cama estava morto e quieto. O outro parecia desesperado gritando e desaparecendo com o vulto. Pouco tempo depois uma senhora no mesmo local falece orando. Uma luz muito forte a envolve e a divide em duas, uma fica no leito e a outra é levada pela bonita luz.

Sônia assustada com tudo que estava vendo se depara com a mesma mulher que cuidava dela quando estava na enfermaria. Então fica sabendo que na verdade não possui mais seu corpo físico. Mas que continuava viva já que seu espírito não morre. Sônia fica ciente de que estava morta.

Levada novamente para enfermaria fica sabendo que já estava morta a oito meses. Pelo fato de ter dormido muito e ter ficado desorientada perdeu a idéia de tempo. Entendeu como chegou em casa. Foi através da volitação, uma espécie de viagem no espaço/tempo feita pelos espíritos de forma inconsciente ou consciente (quando se estuda para isto). Já o fato de ter conseguido trocar de roupa é explicado pela possibilidade que os espíritos possuem de “plasmar” objetos através de sua força mental.

O senhor que havia morrido e levado pelos vultos negros levou uma vida praticando maldade. Pessoas que sofreram estas maldades e que não o perdoaram o levaram para regiões trevosas com o objetivo de vingar-se dele. Já a senhora foi uma pessoa bondosa fazendo grandes amizades. Estes bons amigos a levaram para regiões melhores onde encontraria outros amigos e parentes para seguir sua vida como espírito.

Existe ainda a situação de morte vivida por Sônia que continuou por muito tempo ligada ao corpo material e por este motivo ouvia as vozes de seus parentes e os reflexos do seu corpo como se ainda estivesse dentro dele. Sônia só foi desligada do corpo 2 horas antes do enterro e precisou passar por um tratamento na enfermaria por todos estes meses. Muitos se recusam a abandonar o corpo e acabam sendo enterrados junto com ele.

Sônia se preocupa pelo fato de seu marido desejar ser cremado no lugar de ser enterrado. Então lhe explicam que nos crematórios existem equipes de espíritos socorristas especializados em realizar o procedimento de desligamento do espírito antes do inicio da cremação. Os bons espíritos são levados para colônias onde irão aprender a viver esta nova vida. Os espíritos imprudentes que não aceitam a morte ou a ajuda ficam a vagar ou retornam para a casa de seus familiares aqui na Terra até que um dia estejam prontos para receber algum tipo de ajuda.

Sônia é transferida para uma colônia no plano espiritual onde aprende a viver e a ser útil nesta nova forma de vida. Tempos depois é convidada a enfermeira socorrista no mesmo hospital que trabalhou quando viva.

E a vida fantasticamente continua.

Morri e Agora? - Arrumando as malas



Morte

Neste capítulo do livro é descrita a passagem de Nelson. Uma pessoa comum, casada, com filhos já casados, que dedicava parte do seu dia para trabalhos assistenciais junto a um centro espírita. Um dia antes de sua morte, como se estivesse pressentido o que ocorreria teve diversos pensamentos sobre tudo que fez de bom e de ruim durante sua vida. Viu que poderia ter ajudado mais, se dedicado mais, poderia ter sido mais paciente. Passou o dia sentindo dores nas costas.

Durante a madrugada em quanto dormia, sente uma forte dor no peito como se algo estivesse explodindo. Nelson acorda sua esposa que se desespera diante da situação. Um infarto tira a vida de Nelson. Como se tivesse passado apenas alguns segundos Nelson acorda em uma espécie de quarto de hospital. Acha estranho o fato de não existirem aparelhos ligados ao seu corpo ou soro. Fica em dúvida se estava em um hospital do plano físico ou do plano espiritual.

Um amigo entra no quarto e esclarece o ocorrido. Mesmo tendo conhecimento sobre como funcionava o outro lado por ser espírita Nelson fica com medo de sua nova situação e se desespera pois acreditava que poderia ter feito mais coisas boas em sua vida terrena. Seu amigo o consola mostrando tudo de bom que havia feito. Não precisamos fazer grandes obras. Precisamos é fazer milhares de pequenas boas ações. Muitas vezes até uma palavra amiga que para você teve pouco valor foi de grande importância para a pessoa que precisava da palavra. Um simples sorriso muitas vezes é um grande ato de caridade e bondade.

Nelson se surpreende ao saber que já se passava 30 dias de sua morte. Pelo fato de ter sido uma boa pessoa e ter cultivado muitos amigos foi desligado do corpo com facilidade e levado para colônia localizada na mesma região espacial da cidade onde vivia.

Raras são as pessoas que podem realizar a viagem entre a vida terrena e a vida espiritual carregando uma mala cheia de boas ações. Na maioria das vezes acumulamos apenas aquilo que não podemos trazer. Acumulamos aquilo que na verdade nunca foi nosso e que precisa ficar na Terra como o dinheiro, casas, terrenos, automóveis, status, títulos, cargos etc.

Muitos são os que retornam sem nada na bagagem. Sem amigos, sem bons exemplos, sem boas ações, sem boas lembranças, sem novos conhecimentos. E muitos são os que retornam endividados.
Temos que preparar nossa mala de partida hoje.

Pare um minuto para refletir.
O que você poderia colocar em sua mala caso hoje fosse o seu último dia na Terra?
Nunca é tarde para começar.
Resumo do Capítulo 2
Livro: Morri e Agora?
Psicografia: Vera Lúcia Marinzek
Espírito: Antônio Carlos

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Hoje eu aprendi


Aprendendo...


Quantos segredos não traz consigo?
Quantas magias aqui não encontram?

Seria imaginação, ou seria abnegação da realidade consciente de um mundo paralelo?

Árvores esplendorosas, com seu frescor movimentando-se ao compasso dos ventos que assobiam num ritmo perfeito.

Vento que em nossos rostos tocam, que arrepia a alma, esse vento puro que esbarra nas construções modernas. Nos faz refletir que o melhor que o universo nos oferece está bem diante dos nossos olhos... O presente suportável, tranqüilo e sem dor. Se isso nos é dado, então temos que apreciá-lo, e cuidarmos bem para não estragá-lo. Ansiando sem medida alegrias imaginárias ou preocupando-nos temerosos com um futuro sempre incerto que, a desperto de nossos inúteis esforços depende totalmente do Destino.

Além disso, haveria de ser insensato preocupar-se sempre sem usufruir ao máximo o presente único e seguro pelo qual não podemos fugir. Afinal o caminho do amanhã é muito distante e pode não chegar até ele.

O presente é seguro e absoluto, a vida inteira não passa de fragmentos maiores que o presente, e como tal, é categoricamente efêmera. A esse respeito poder-se-ia dizer que uma grande parte da sabedoria de vida, baseia-se na “justa” proporção com a qual dedicamos nossa atenção, parte no passado, em parte ao futuro, prejudicando assim o majestoso presente.
Porém, os aparvalhados, vivem o presente, preocupando-se com o futuro, e no futuro lembrar-se-ão de que o passado, não passou de um presente não vivido por escolhas próprias e sim por obrigações do dia a dia, e do querer, de outros. Hoje sendo o futuro imaginado no terreno de ontem, acontecendo mais uma vez no presente. Neste instante, coloco aqui como não serão nostálgicas lembranças para alguns pobres de alma que só fazem julgar-te, trazendo o passado a tona apenas para justificar sua inércia em saber viver o agora.

Imaginemos, eles mais velhos pensando...

“Hoje, é o futuro pelo qual no passado tanto me preocupava, ele foi conquistado por mim. Talvez mais precocemente, como poderei eu pobre ser, consertar o passado ou fazer algo diferente? O que será de meus descendentes?”.
“Deus... o que será de mim, esse homem que se encontra em seu cavo quarto, tento inventar histórias interessantes para aconselhar meus lindos netos, mas não tenho outra coisa em mente que não seja a empresa pela qual me dediquei anos, indo e vindo, sem nem ao menos sentar e tomar o café da manhã com minha família! Só me vem a cabeça as filosofias de minha amarga e ansiosa vida”.

Ele sai de seu quarto com algo que queria mostrar aos seus netos, mas ele voltou e pensou... “Já sei, trabalhei tanto, pegarei meu dinheiro e levarei pra comprar os mais lindos presentes, assim eles ficarão muito felizes, chamou os seus filhos, e deu-lhes dinheiro”.
Esses não tinham tempo para o pobre e velho pai... Tinham a empresa que agora era dirigida por seus filhos e nem atenção eles lhe davam. Quando sentou-se para tomar café, restava apenas ele em sua mesa, e surpreso perguntava onde iriam com tanta pressa, respondiam todos... “Pai, trabalhar, temos que pensar em nosso futuro, temos dinheiro investido, não temos tempo a perder!”. Seus olhos enchem d’água, que teria feito ele com seus próprios filhos que seguem pelo mesmo caminho? Tomado de remorso, lembra de quantas vezes tinha deixado seus filhos com sua falecida esposa para construir o que hoje não está sendo usufruído de forma saudável. Mas que moral tinha ele, para dizer que estava errado? Seus filhos já estavam viciados no “mais”. Então chegam seus netos sobre a mesa e com um olhar angelical trazem alegria para aquela casa. Ele anima-se e deseja colocar em prática seu plano. Na maior das boas intenções ele olha para as crianças e diz: “Meus netinhos, hoje tenho uma surpresa maravilhosa para vocês”. Felizes eles olham para o avô, arregalam os olhos e sentam no chão esperando o a tal surpresa, o avô meio desconcertado, pergunta: “O que vocês gostariam de ganhar nesse dia tão especial?”. Eles olham um para o outro e dizem: Manifesta um sua palavra. “Bom, gostaria que minha mãe ficasse comigo um dia inteirinho brincando comigo!”. Os outros no mesmo embalo falam a mesma coisa. Para sua surpresa ele diz: “Mas..., poderia ser eu?”. “Claro vovô, nós te amamos e gostaríamos de te mostrar então algo mágico que papai do céu nos deu”. Ele franze a testa com um olhar meio desconfiado e curioso pensando o que seria de tão mágico assim, que meu dinheiro não pode comprar? Mas vamos lá! Correndo eles puxam o avô, e saem pela enorme casa, e em um dia lindo e belo vê as crianças correndo em direção a uma plantinha. “Olha vovô, a gente toca nela e nos sentimos como mágicos, elas se fecham para dormir, fazemos isso porque as plantinhas devem se sentir muito sozinhas na hora de dormir e todos os dias a gente vem aqui para botá-las para dormir”. Estupefato e muito emocionado, sente uma dor no peito pela pureza daquelas palavras que nem sem ao menos saber, seus netos faziam pelas plantinhas o que não faziam por eles. Ele sentou-se com as crianças e começou a brincar, disse a elas que nunca tinha reparado naquela plantinha em seu jardim..., ele brincava com seus netos e pensava no brinquedo caro que ele queria dar para seus netinhos, presente que iria comprar na cidade, cidade essa que absorveu setenta por cento de sua vida. Ele pensa mais uma vez, “Seria eu que teria que ensinar a essas crianças? Como eu sou pobre de espírito! Acabei de receber a maior lição de toda a minha vida, que não aprendi nas salas de reunião nem com os maiores líderes do meu governo, nem com meu trabalho árduo. Aprendi no sorriso e na alegria nos olhinhos puros dos meus netos. Nunca me diverti tanto em toda a minha vida. Gargalhadas tomavam conta do meu corpo cansado”.

Hoje sim, não estou preocupado com nada, apenas com a plenitude da simples dormideira e com a pureza das crianças que me fizeram enxergar quanto tempo tinha perdido em minha vida. Que a cada segundo tudo é muito mágico, e que temos que dar oportunidade ao destino, para prestarmos mais atenção em quem amamos, ainda que a nossa intenção seja a melhor, não temos o direito de estragar a vida e tirar os sonhos dos olhos de uma criança. Ainda que essa criança seja grande. Aprendi que plantas mágicas existem e elas falaram comigo, e mudaram minha vida quando me fizeram escutar, e não importa em que ponto eu parei, nem a minha idade nem onde quero chegar, mas onde estou e encontro-me aqui, agora..., nesse lindo e misterioso presente. Esse milagre que se chama vida, nos convida a viver o hoje. Viva e não espere amanhã ou a aprovação de alguém para ser feliz.

Apenas seja!

Autora: Danielle Georg

domingo, 20 de abril de 2008

A loucura... (Conto erótico)



A loucura de uma escrava


Ela não queria a sanidade de uma donzela para em seus braços estar. Queria a loucura da cortesã para louca em sua cama ficar.
Seu corpo aquece e se esfria no toque de suas mãos, mãos essas que pareciam brutas, e que se modificou ao pegá-las abruptamente demonstrando o querer de suas mãos que ao tocar surpreendia.

Nesse frenesi enlouquecido, insano, sem limites, barreiras ou fronteiras, era tudo o que ela queria, era o que ele pedia...
Ela quer o poder ter, vê-lo desnudo, sem máscaras mentirosas. Fazer de conta que o mundo não tem pressa. Amar a noite, e ser amada por ele que iracundo se põe a demonstrar em não querer aquele beijo parar..., pedidos alucinados com total retidão, na complexidade entre o censurável e a razão.
Os olhos se penetram, sorrisos desavergonhados expressam a vontade do proeminente desejo. Ele foi longe, seu olhar entranhou de forma aguda, não existe mais limites para eles, o improvável acontece. Entrando em sua íris ele controla seus pensamentos e sentimentos, deixando-a completamente enlouquecida de tesão..., mas quem serás tu homem indelicado, ignóbil que se mostraste pra ela? Seria o não querer ver uma face tão diferente? Sua voz sussurrando em seus ouvidos, sem a menor vergonha de estar aqui ou acolá com a escrava que sua tu coloca-se a gritar. Ela o observa, ele a controla, o ciúme permeia seu pensamento, e nada mais tem limite. Ele a chama no canto, a segura pela mão, fingindo um lugar lhe mostrar, ela avista uma casinha de boneca, pois é ali que ela vai se doar, ele entra, e a segura pelo cabelo e sem a menor cerimônia eles começam a sussurrar, ele, seu dono começa a reclamar, entram assim na casa das bonecas para conversar. Ele não agüenta, e um tapa lhe dá..., ela debocha, ele revoltado está..., Ela desabotoa sua calça, ele chupa seus seios, aperta, morde, entrelaça seus dedos em seus cabelos, que com força se coloca a puxar, ela sorri, exteriorizando a vontade de beijar..., com seu membro completamente duro ele a quer possuir, ela sente, ele suspende sua blusa, e seu corpo vai beijando e sentindo o arrepiar da sua pele ele começa a chupar.
Ela revira os olhos, ela é definitivamente escrava dessa loucura. Ela abaixa, as pessoas fingem não olhar ou perceber a ausência dos dois que loucos estão. Pensa ela: “teria eu perdido o juízo de vez?” fala ele: “quero você para mim, você é minha eu sou seu dono!” ela sorri, e diz que “sempre será”, ela o olha de baixo para cima, ele fecha os olhos, agachada olha para cima de lado enquanto lambe seu dono com a boca macia e molhada, sua língua gira suavemente entre seu pênis que rígido não para de ficar, da ponta até o final, sua saliva escorre e até o final continuará. Com movimentos contínuos e com o palpitar do coração, na rigidez do pênis que louco encontra-se de tesão, ela começa há acelerar. Ele não larga seu cabelo e observa. Ao deliciar-se com seu membro que exposto está, ela se toca, ele a segura, ele não deixa, ele a levanta ainda pelo cabelo e a joga contra a parede de forma forte, e diz que ela o pertence, ele quer mais, mas ela não consegue se mexer, ele levanta seus braços e os segura com força na parede, ele está com ciúmes, ela o quer, ele não para, ele a bate e morde suavemente..., sua vagina se contrai a cada movimento desse homem, ela quer se tocar ou ser tocada, ele continua a não deixar, ele morde, ela quer mais, ela volta a chupá-lo lentamente, saboreando cada gosto, cada gota de esperma que é ejaculada nela com muita vontade... ela o observa pelo reflexo do espelho que na casinha de bonecas tinha, o frenesi continua, ele a segura, ela não tem para onde ir, ela na verdade não quer sair, e ele não deixa. Ele a segura fortemente, e beija sua boca com muita vontade, a recíproca acontece de uma forma calorosa, os braços se envolvem num demasiado abraço e carícias, ele a olha de um jeito que ela adora, ele sabe controlá-la, ele não a toca, quer testar seu limite, ela percebe, entra no jogo, ela não quer sair dele, ela o quer de forma verdadeira, por inteiro, sem restrições, mas ela não pode, tem medo, ele não sabe demonstrar o que quer, ela se põe a pensar, ele se põe a falar, mas ela não tem certeza, de suas palavras, ele não sabe o que ela quer de verdade, então... Eles voltam. Os amigos perguntam onde estavam, um silêncio paira no ar, ele faz questão de mostrar que ele é seu dono, ela quieta só nele confia, só com ele quer estar..., não medem esforços para juntos se entranhar. Ele não para de controlá-la, ela quer mais..., os pensamentos de desejo permeiam seus pensamentos. Eles vão embora..., ela se lembra em seu quarto, masturba-se lentamente contando o momento de seu membro penetrá-la mais vezes. Mas eles enlouqueceram, eles se conhecem pelo olhar, ela sabe como irritar, ela quer tocá-lo, ele quer o seu amor, ela não sabe demonstrar, ela quer os sentimentos dele, e diz que indisposta está, ela acha que sentimentalismo é fraqueza e que não pode demonstrar..., ele então deseja outra boca beijar. Ela não aceita, mais nada há de reclamar, e de um lado e pro outro em sua cama vazia sem conseguir dormir desaba a chorar..., Pois não o terá..., fica ela enclausurada a soberania da loucura que em sua mente entrou e de lá não mais sairá...

Autora: Danielle Georg

sábado, 5 de abril de 2008

Despedida........





...Um dia, quando fores bem velhinho,

Quando a nostalgia chega n!alma e se aninha

lerás estes versos meus...

Lembrarás então das cantigas distantes,

dos lugares errantes,

desse entristecido adeus...

Um dia, quando a saudade te apertar o peito

quando sentires que a vida é sonho desfeito

lerás esses cantos que são teus...

Lembrarás, então, daquelas noites de luar,

das estrelas andando sobre o mar,

desse amargurado adeus...que nunca quis te dar...

Um dia quando souberes que eu parti de verdade para não mais lhe perturbar...

estejas certo que os momentos que eu vivi

estão contidos nestes pobres versos meus...

Abra, então, teu coração enternecido,

abriga os sonhos da poetiza entristecida,

que num lamento um dia te disse: Adeus...

Lembre-se também das promessas, e de que sua presença em minha vida me traz as lembranças de um sonho jamais pensado, e sim vivido...

Você que foi tão importante para mim...

Você que fez parte da minha vida....

Você que me fez sentir o sabor da felicidade...

Você que disse que valeu a pena ...

Você que me fez acreditar que eu seria a sua última ficha...

Você que me aceitou do jeito que eu era....

Você que eu amei....

Você que disse que me amou...

Você que me ensinou a amar de verdade...

Você que me ensinou que existia um Deus diferente...

Você que me ouvia...

Você que sempre quis minhas opiniões...

Você que sempre acreditou no meu amor...

Você que me conhecia pelo olhar...

Você que conhecia minha vida...

Você que precisou de mim...

Eu que precisei de você..

Nós que precisamos um do outro...

Apenas conosco contamos....

Você que de mim nada poderia esconder...

Você que eu sempre achei ter....

Você que levou consigo uma parte de mim, e a outra se faz em poesias...

Você que ao ser sepultado, deixou-me aqui como punição...

Você que se importava com que eu achava que ninguém se importaria...

Você que me surpreendia.....

Você que me fazia ter vontade de te surpreender....

Você que um dia me disse... Eu te amo, e sei, foi de verdade....

Você a quem disse que por mim não se apaixonasse, pois era volúvel.

E foi essa mesma mulher volúvel que te amou perdidamente....

Você que me fez das noites escuras as mais límpidas e sorridentes.....

Você que ao redor tudo de tua ausência fala.....

Deixo para ti meus desalentos, e descontentamentos, por ser apenas meio espírito e meio papel....nesses versos deprimentes que me ponho a escrever...
Dos olhos d'alma uma lágrima sentida me agasalha o coração, tal qual lá fora, na vasta e erma imensidão, falo com meu coração, que lento bate nessa imensidão esperando o dia do seu regresso, para em seus braços deitar..., mas, se acaso jamais isso vier acontecer, então, que outros braços me acolham para sentir o apogeu da mansidão, de um outro alguém que proponha o mesmo que um dia você propôs. Mas..., que não sejam apenas palavras..., sejam juras sinceras vindas d’alma, pois antes de ser sepultado tu nem lembravas mais das promessas que fizestes nas noites que juntos passamos..., brigando, chorando, sorrindo, mas sempre juntos! É..., talvez seja apenas um aviso para que eu seja assim, como tu foste comigo..., mas que sejas braços fortes para que não só na alegria mas na tristeza estejas na minha vida e me ouça e me entenda mesmo calada. Mas quem será o homem que terás coragem de ir ao seu jazigo resgatar-me? Apenas esse me terá, pois apenas um homem de coragem pode me ter... assim como tu fostes.......

Autora: Danielle Georg



sexta-feira, 4 de abril de 2008

Dica muito boa!!!!




Olá, blogueiros!!!

Venho aqui, trazer para todos vocês, uma verdadeira replica de “Yves Saint Laurent” sem nenhum exagero!!!
Existem pessoas por aí, com muito talento, mas que simplesmente não são reconhecidas..., Eu sei distinguir esses talentos "brilhantes" rs. Quando não sabemos explicar o que queremos, e quando simplesmente tentamos desenhar, e aquele desenho é um verdadeiro rabisco, e a “coisa” no papel é indecifrável, e os verdadeiros costureiros conseguem decifrar, e a coisa sai melhor que a encomenda, então, pessoas..., Podem ter certeza, isso sim, é um talento.
Num lugar não muito distante, precisava de uma roupa não muito simples de ser feita, precisava realmente de pessoas que tivessem, olhos clínicos, intuição, boa vontade, audácia além de gostar do que faz...., e lógico, talento! Procurando aqui, procurando acolá, e nada de se encontrar..., um amigo então disse: “Olha conheço uma costureira fantástica”, eu disse sério? Onde? Ele “em Venda da Cruz” Eu - Onde fica? Ele - Ah, é fácil, não tem erro... Pergunto: mas será que vai fazer do jeito que quero? Ele me diz, com certeza! Mas será que eu vou saber desenhar? Ele- Eu desenho... rs

Bom, lá chegando um restaurante estilo “Pub” (já amei né?!) Um lugar aconchegante, duas mulheres, (Mônica e Nilza) e um moço, que era o esposo (Carlos) de uma das costureiras (Mônica). Pessoa muito bacana! Ao chegar lá, me surpreendo com outra grande novidade, as relíquias que existem nesse lugar..., “Pub”, pode se dizer assim.. Para quem gosta de coisas antigas, e requintadas ao mesmo tempo, deviam visitar o local, além do ambiente agradável, é Claro! Agora não podem dizer que ñ sabem, estão assim perdendo tempo, se não conhecem vão conhecer, quem sabe não esbarre comigo por lá...rs.
Não tem o que fazer a noite, Vá ao “PUB HOUSE” isso mesmo, é o nome do local, além de festas temáticas, comidas típicas, e variados cardápios, vocês encontraram pessoas de altíssimo astral! E serão muito bem acolhidos!

Mas..., voltando ao assunto, fiquei lá, por algumas horas, para apreciar o lugar também, e para minha surpresa, adivinhem? Nem precisamos falar muito, elas já sabiam o que queríamos, e a roupa estava pronta em alguns dias... Impressionante! O que você pedir, da forma que fica melhor para o seu corpo, elas tem verdadeiros olhos clínicos. E o mais importante, o preço..., pois, é... uma roupa de Yves Saint Laurent, nossa não dá nem para colocar aqui, mas barra Vitor Hugo entre outros. O que muitas pessoas não sabem, é que ele, era um costureiro, hoje mais conhecido pelos seus perfumes renomados de uma fragrância fenomenal. Enfim, mas estamos falando da nossa “Yves Saint Laurent” Brasileira, (rs) e aqui, bem pertinho de nós, o que estamos esperando? O que você desejar, pode sair muito mais barato do que se imagina! Faça um teste. faça ao seu modo. Quero deixar uma coisa clara a subjetividade feminina, por esta e tantas outras reportagens vinculadas, lidas com conceitos de modernidade, elegância, inteligência, inovação e liberdade de forma sutil e desafiadora, tem diante de si um produto tão supostamente desvinculado de conotações sociais e políticas e, concomitantemente ao adotá-lo, é preciso que reflita sobre determinados valores que cercam a sua vida e as relações de gênero. Ao invés de contraditórias, as frases reforçam o sentido da modernidade possível, marcado pelo consumo de uma aparência atualizada e reforço de tradicionais valores. Se parece com a lógica do carroceiro, ao mesmo tempo em que chicoteia os cavalos para avançarem velozmente, segura as rédeas a fim de não perder o controle da carroça. Entendem.., vender uma coisa para você, hoje é muito fácil quando se está na moda, mas será que é o seu estilo? que combina mesmo com você? mas veja, tem que ser o que te faz bem!

“A elegância está sempre na simplicidade, nunca nos exageros” e “O segredo para se estar bem vestida é conhecer tão bem suas qualidades como também os seus defeitos”. Tais frases convidam a um olhar introspectivo da mulher sobre si, antes de pedir determinada coisa, partindo desse princípio, entrará em sinergia com elas para que elas possam captar o que realmente desejam, das consumidoras em questão, exige equilíbrio no momento da composição da roupa, a fim de não desafiar a elegância, seja com os exageros ou assepsias à moda, como também uma constante avaliação e escolha das propostas conforme sua pessoa. Isso é apenas uma dica feminina! Não apenas para a moçoilas, mas para os rapazes também que hoje estão bem mais vaidosos, e o mercado está bem voltado para eles também... rs

Olhem Uma das roupas que as fadas madrinhas fizeram, reparem que não há de ser uma roupa comum... rssss

Vamos lá ao mais importante...,

Endereço: RUA:Dr. MARCH - 476 - A - BARRETO - SG – RJ

TEL:2720-5362

segunda-feira, 17 de março de 2008

Depois de algum tempo você aprende que...





...“Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas”.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.


E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.


Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que se levam anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.


Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem da vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.


Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.


Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa - por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.


Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.

Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.


Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, e se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.

Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.


Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.

Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.


Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que e se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou.

Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.


Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.


Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.


Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.


Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.


Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.


Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.


Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!"

Autor: William Shakespeare

sexta-feira, 14 de março de 2008

Alabê de Jerusalém


ALABÊ DE JERUSALÉM (Altay Veloso)
Bom..., eu tive o prazer de conhecer a "demo" do CD, e já na época com minha intuição, meu tio, e meu ex marido, sabíamos o sucesso que iria fazer. Ele sempre falou muito bem do Altay, e de sua espiritualidade. Meu tio foi Empresário de Altay e Fã, sem dúvida! Passei a ser fã também, já o conhecia, claro! E fui em alguns shows dele..., e conhecia algumas músicas, mas quando ouvi Abalê de Jerusalém entrei em Alfha durante todo o CD. Fantástico! Lamento apenas por não ter podido ir ao show no teatro Municipal. Vi através de publicidades no metrô..., Impressionante, Pensei: “acho que essa é aquela obra que ouvimos, era a obra de Altay Veloso aquela que eu escutei.” Não deu outra, realmente era o próprio! Muito feliz!

Altay, Axé pelo seu sucesso!!!!

E para vocês, um pouquinho dessa linda obra espiritualizada!

"Ogundana é um nigeriano nascido há dois mil anos, que aos 12 anos sai de Ifé, cidade onde nasceu, em direção ao norte da África e, com 20 anos, chega às margens do Rio Nilo.

Vivia-se a década de 20 da Era Cristã. No império romano, um centurião curado por seus poderes convida Ogundana a ir para Roma. Ao chegar, graças à sua experiência no manuseio de ervas medicinais, é contratado para cuidar de feridos e doentes do exército romano.

Mas logo Pôncio Pilatos, então governador da Judéia, o contrata como terapeuta de sua tropa. Eles seguem então para Cesaréia, cidade em que Ogundana conhece Judith, o grande amor de sua vida. Apaixonado, o casal vai para a Galiléia, onde conhecem Jesus Cristo e o acompanham até a sua crucificação. Passados 20 anos do sacrifício do Mestre, Judith morre e Ogundana vai para o deserto da Galiléia, onde vive até o fim de sua vida. Hoje, Ogundana é uma entidade espiritual chamada Alabê de Jerusalém."
(Aquiles Rique Reis)

Hoje, Alabê de Jerusalém é uma ópera. Completa, com todos os cânones. Pra especialista nenhum botar defeito.
Por obra e graça de uma força da natureza que atende pelo nome de Altay Veloso.
Ópera brasileira, sim senhor.
Haverá puristas para questionar a existência de tal gênero?
Pode ser, mas seria desperdício e bobagem. Temos mais do que direito a figurar no cenário operístico com linguagem própria, tamanha é a riqueza musical que exibimos o tempo todo, aclamada mundo afora.
Alabê de Jerusalém será talvez a primeira, e Altay Veloso teve peito para encarar, assumir, criá-la com toda a sua esfuziante energia, todo o seu talento e amor. Isso mesmo! Altay Veloso exala amor. Tem uns olhos de bondade de derreter o mais empedernido dos homens; tem uma alegria de viver permanente, um quê de quem possui o entendimento do mundo. A simples visão do seu jeito brejeiro comove. E não precisa nem saber quem ele é, ele tá lá aí pra isso, o sorriso e a humanidade são os mesmos, sempre.
E essa humanidade foi, sem dúvida, o combustível que fez-lhe ferver o talento, nos últimos 20 (vinte!) anos, até que concluísse o trabalho da sua vida, a grande obra que perseguiu com doce obstinação, e ofereceu no último dia 30 aos olhos e ouvidos do mundo: Alabê de Jerusalém.
E não podia ser diferente: o Alabê fala de amor, pois veio do próprio amor. E numa língua que todos entendem: a da tolerância, da paz, do perdão, da grandeza, da comunhão, do fim das diferenças, da celebração da vida. Esperança em forma (e que forma!) de arte, arte para todos, para multiplicar os pães em tempos de insanidade, onde mais do que nunca é preciso alimentar as pessoas com o bem maior que nos garante a condição humana - esse mesmo, o amor indiscriminado, total, absoluto, salvador.
Creio que Ogundana em pessoa e toda a sua legião trataram de tudo lá de cima, para que Altay tivesse a seu lado as pessoas certas para tornar possível aquilo que vimos em cena, no Teatro Municipal do Rio, (infelizmente) apenas por uma noite.
Fábio de Mello, um dos artistas contemporâneos mais completos deste país, foi escolhido para embarcar nesse sonho já há alguns anos. Coreógrafo, criador, encenador, iluminador, dono de uma cultura musical e de uma dimensão cênica únicas, Fábio cruzou o portal, acompanhado de sua mâitre de ballet e ensaiadora Bete Spinelli, e dinamitou a ponte atrás de si. Alabê tornar-se-ia algo irreversível em sua vida. E também Marcelo Marques, premiadíssimo figurinista e cenógrafo, com sua sensibilidade à toda prova. E Leonardo Bruno com todo o seu conhecimento e talento. Além de coro, bailarinos, cantores, um elenco de 120 pessoas.
Acordar o Alabê de seu sono de séculos foi um trabalho digno dos épicos de Cecil B. de Mille. Foi preciso determinação, vontade além da vontade, talento disposto a trabalhar quase até à exaustão. O providencial patrocínio da Petrobras, sabidamente o grande mecenas atual da nossa cultura e diversidade, parece deixar perfeitamente claro que, sobretudo para o Brasil e os brasileiros, a cultura é pão indispensável no cardápio de cada dia. E necessária nos quatros cantos dessa terra, nos mais recônditos lugares, e mais desesperadamente ainda onde o dinheiro não pode comprá-la.
A ópera Alabê de Jerusalém é do povo, sim - e não porque seja popular ou popularesca no sentido pejorativo em que muitas vezes tais adjetivos são usados. Muito, aliás, pelo contrário. É do povo porque respeita a sensibilidade das pessoas diante da qualidade musical e cênica. É simples na linguagem sem nunca ser simplória. Flui com facilidade sem jamais ser "fácil", ao contar uma história que todos conhecem sob um prisma novo, o da diversidade religiosa. E estimula as pessoas a buscarem o sonho em cada momento seguinte, como se Cristo chegasse à terra pela primeira vez. É do povo porque prova, acima de tudo, que todos podem falar a língua da verdadeira arte, que é clara, límpida, honesta e brilha com as cores do talento.
Alabê de Jerusalém é uma obra de ruptura. Traz em si o frescor que precisamos para substituir estruturas emboloradas, abrir o espírito para um "novo" que é simples, aberto, direto, cheio de luz. E ao mesmo tempo sutil, enunciado, solto no ambiente para ser percebido por cada um com aquilo que tem dentro... informação, sensibilidade, sentimento ou o simples gostar.
Enquanto espetáculo, Alabê de Jerusalém tem boa dinâmica, ritmo, fluência. E bons cantores nos papéis e canções certos, além de uma concepção estética refinada, de tintas densas, que reveste a história de uma bruma importante para dimensioná-la no tempo sem tempo da própria humanidade. Se por vezes o palco parece um tanto alvoroçado, isso parece refletir a própria indefinição das almas naquele momento da história. É a eterna contradição entre a possibilidade da salvação e a impossibilidade de recebê-la... enfim, a contradição do próprio homem.
Na linha da ruptura está a acentuada presença da dança, que assume um protagonismo poucas vezes visto numa ópera. Em geral, os números de dança nas óperas funcionam como elemento de ritmo, para dar cor e permitir algum descanso aos cantores. No Alabê não; a dança é o elo que desenvolve a história, pontuando com profundidade a música. E o ballet obedece a uma arquitetura sensivelmente concebida por Fábio de Mello para acompanhar o crescendo na intensidade dramática. Algumas cenas, que mais parecem produto da mente de hábeis pintores renascentistas, bem mereciam tomar de assalto a boca de cena, tamanha a sua força.
De lamentar foi a ausência da orquestra, que por razões técnicas (?) não conseguiu acompanhar a magnitude da obra. Teria faltado tempo? Alma? Vontade? A exuberante musicalidade do Alabê merecia mais, merecia a polifonia natural e ao vivo que cabe perfeitamente no cenário escolhido para sua representação. Os talentosos e profissionais intérpretes conformaram-se com o bg, mas... é claro que não é a mesma coisa.
A atuação de Altay Veloso como o próprio Alabê é um susto de felicidade bem no meio do nosso espanto; estamos diante de alguém que vai além de tudo aquilo que se espera dele e dá muito mais, oferece-nos um ator completo abençoado por todos os orixás, com veemência e doçura, técnica e coração, brilho e verdade. O personagem Alabê inunda-nos de uma vontade de ser bons, de seguir com ele, de levantar bandeiras brancas e firmes pela paz que precisamos reinstaurar no nosso mundo... É mais que uma encarnação de personagem e vai além da incorporação de um sonho; é um ato material de talento, justiça, claridade.
A representação dos orixás ao fundo, na estratégica plataforma concebida por Marcelo Marques, é comovente e paira sobre tudo, evocando os protetores que, tenham lá que nomes forem, acompanham não só o Alabê como a própria humanidade durante a saga cristã. Além desses, destaque para os figurinos do próprio Alabê, de Judite e do corpo de baile.
Fábio de Mello criou um poema épico no qual a obra de Altay Veloso não só se encaixa à perfeição, como brilha intensamente.
O público carioca, o público do Brasil - e por que não? - o público do mundo mereciam uma temporada digna dessa obra-prima que veio mudar o conceito da representação da cultura brasileira.
Viva o Alabê de Jerusalém entre nós, e de preferência por mais uma eternidade!

Texto de Maurette Brandt.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Um dia Taciturno



Quando bate em sua face o sol de um dia taciturno, e mesmo assim você tenta buscar dentro de seu ser a mais pura força para poder lutar contra o que chamamos de..., Um dia de “cão”, então, simplesmente não se entende e não encontra explicação racional para o que devemos fazer nessa hora. Somos obrigados a parar em alguma tarde ociosa, e fazer perguntas, em relação a nossa existência. Então, sentimos-nos como água correndo contra a correnteza que não quer parar. Como se fosse uma gota no meio dessa força toda que nos conduz ao pélago de tempestades. Pergunto-me: o que faço aqui? Palavras que pairam no ar, coração que não consegue mais acreditar, existência sem sentindo em meu pensar. Buscando mais um motivo para continuar..., tento assim, desviar meus pensamentos, observando as folhas dos coqueiros que balançam em minha janela, tentando não lembrar que elas um dia foram folhas que vieram me consolar..., que momentos são esses que me atormentam o espírito, que me faz escrava desse seu amor, e te faz vaidoso sem o menor pudor? Então, para o coqueiro não mais quero olhar. Congelo-me, olho para as montanhas, e de repente, um grão de areia, estou a ficar. Então logo me ponho a pensar..., "Mas, se não fossem todos esses grãos a montanha não estaria onde está!" De repente as coisas mudam e você começa a perceber a razão de sua existência, mas percebe também que suas palavras de apoio e de elogios vindas do coração, jamais terão perdão! Você entende que você tem o direito de chorar e que você não tem que ser sempre forte, porque você é de carne e osso! Sentimento, você não consegue controlar! E se as coisas vêm a sua cabeça, logo começas a falar. Saberás que sempre fui sincera e que se essa minha sinceridade te incomoda, porque logo vens me perguntando, porque sou direta que nem um pouco de censura em minhas palavras uso ao direcionar? Sim, é verdade! Tu nada tens a ver com o meu jeito direto de ser, mas se me perguntas, não seria sempre melhor não titubear e logo a ti falar com franqueza? O que tem de errado em ser sincera? Saiba que aprendi a ser assim com a própria vida, e esse jeito muitas vezes não te deixa escolhas..., ou as pessoas te amam ou te odeiam e se isso acontece, isso não é mais problema meu, e sim de quem se incomoda! Nada posso fazer! Sempre serei assim! Isso não me faz pior e nem melhor, apenas sou o que sou, sem enganar-me. Pagamos um preço alto por sermos assim. Somos julgados, condenados, pois há uma coisa muito curiosa em nossa sociedade... Não temos o direito de sermos o que somos, isso seria desagradar a muitos, a alta hipocrisia predominante em nossa sociedade diz que não podemos ser ou fazer. E por que não? Porque a verdade, é que as pessoas não querem que você seja você. Querem que sejas como elas são, e concordem com elas, e só assim será tido como uma pessoa realmente respeitável e inteligente (além de ser escravo de suas opiniões, muitas vezes incoerentes!). Claro, nem sempre temos razão!


Estava me perguntando: o quanto as pessoas, que você pensa que vão te jogar no chão simplesmente ajudam a levantar-te? Pois é (...) não parece mas é assim, seja ela aqui ou acolá, terá sempre alguém no céu do merecimento a estender-te as mãos, creia! Quantas não são as pessoas que de ti precisam, ou de mim, quem saberá dizer, virtude do coração! Esse é meu lema, e sei que isso requer muito mais do que força de vontade para se cumprir a tarefa árdua de ser prestativo e bondoso. Eu achava que um dos atos mais abstrusos do ser humano era o de perdoar, mas descobri que entre eles existe um tão difícil quanto perdoar... Sim, existe! É o de ajudar..., fácil ajudar quando temos como, difícil ajudar quando isso requer sacrifícios e acima de tudo, sem nenhum interesse! Fácil dizer que não tem dívidas, quando se ganha dez vezes mais do que aquele que as têm. Ah, mas então por que fizestes dívidas? Fatalidades podem acontecer na vida de qualquer um, e iniciativas como a de deixar tudo e recomeçar, requer atitudes assim. Inicialmente requer coragem.

Entre um pensamento e outro veio o mais interessante... Perdoe-se, você tem o direito de errar, isso não é falha de caráter, apenas um erro, que te faz crescer. Não tolere quem te insulta, ser humilde não é se deixar humilhar... Em todas as ocasiões possíveis usufrui-se, na verdade, apenas de si mesmo: se o próprio eu não vale muito, todos os prazeres são como vinhos excelentes em boca azedada com fel. Como os grandes inimigos da felicidade humana são dois: a dor e o tédio. A natureza dotou a personalidade de um meio de defesa contra cada um deles. Contra dor (que muitas vezes é mais psíquica do que física) deu-lhe a serenidade. Contra o tédio, o engenho. Contudo, não se trata de dois antídotos afins, sendo mesmo possível, que em seu mais alto grau, se tornem incompatíveis. O gênio tem parentesco com a melancolia. Aristóteles: ait amnes ingeniosos melancholicos (diz que todos os homens de gênio são melancólicos). E os temperamentos muito serenos possuem apenas inteligência superficial. Por isso, quanto mais uma natureza estiver equipada para enfrentar um desses males, pior será em regra contra o outro. Nenhuma vida humana está livre de dor e do tédio. Por essa razão, constitui um destino particularmente benévolo aquele que expõe o ser humano, sobretudo ao mal contra o qual foi mais preparado pela natureza, e que envia muita dor aos que possuem muita serenidade para suportá-la, e muito ócio vazio a quem dispõe de muita inteligência, e não o contrário. Pois a inteligência faz com que a dor seja sentida de modo mais intenso e múltiplo, e para um temperamento sereno, destituído de engenho, a solidão e o ócio vazio são totalmente insuportáveis.


Quantos são os prazeres supérfluos, ou melhor, apenas incômodos e molestos para quem pode usufruir a todo o momento uma individualidade fora do comum?! Mas se encontrares alguém com quem na sua totalidade e plenitude, possa ser uno de forma completa, então a individualidade, vislumbrada vista por um outro prisma torna-se uma composição interessante de duas massas corpóreas, com o mesmo sentido de exploração de vida. E tudo se faz necessário, mas claro, seríamos narcisos se encontrássemos quem fosse como somos. A magia consiste em algumas diferenças e descobertas proveitosas no que diz respeito a pessoas com atitudes chocantes. Todos os dias, faça alguma coisa realmente assustadora, ultrapasse o limite do medo, da vergonha, do que vão dizer ou do que vão pensar. Isso te faz crescer, te faz forte. Pois uma coisa é fato: medo por quê? Vergonha de quem? Quem irá ultrapassar as barreiras e desafios da vida por você? Ninguém! Quando não mais puder fazer o que hoje pode com o poder de sua vitalidade, (não importa sua idade, você não é tão velho assim) então verás quantas coisas pode fazer, e a vida lhe responderá com flexibilidade. Porque você está sendo flexível com a vida também! Não se preocupe com o que pensam de você, nem seja escravo dos pensamentos das outras pessoas, Abstraia! Será que elas são escravas de seus pensamentos? Não jogue espinhos pelos caminhos por onde for andando, você voltará um dia por eles, e poderá pisar em seus próprios espinhos. Não tolere os insultos nem as hipocrisias. Responda-os no mesmo diapasão. Elas sentirão que você é digno de respeito. Respeite os sentimentos que lhe são dados... Guarde as coisas boas que falam de você, mas não se orgulhe demais, nem se critique. A vida já se incumbirá de colocar pessoas para isso. Não seja convicto, mude de opiniões. Siga sua intuição, e acredite no destino. Lance os dados, pois a vida realmente é um jogo, e pode ser que o número dos dados, seja o seu acaso e possa mudar por completo sua alma e seu modo de pensar! Seja bem vindo, dia taciturno.....

Autora: Danielle Georg

quarta-feira, 5 de março de 2008

O Desejo... Conto erótico


Ela tinha uma fantasia, um desejo: Fazer sexo com dois homens ao mesmo tempo. O resto de tudo já tinha feito.
Seu namorado sabia disso e estava disposto a atendê-la. Um pouco receoso, inseguro quanto ao vicio daquela situação, ele pensava; "Até que ponto ela não poderá sentir prazer somente assim?" Ela imaginava que certamente ele pediria como recompensa poder possuí-la junto com uma amiga mas não se incomodava, isso não era nada para ela. Já tinham acertado tudo, inclusive o parceiro que seria um amigo dele por quem ela sentia atração. Ia ser interessante ter dois homens, um deles o que ela amava e o outro simplesmente para ser usado como objeto de prazer. Era como ter amante e marido ao mesmo tempo, sem ciúmes, sem constrangimentos. Ter alguém de confiança, que já a conhecia juntamente com outro que ia experimentar pela primeira vez.

Ficou acertado que seria no dia do seu aniversário, na festa feita na casa dele para os amigos. Arriscado, pois poderia demorar até que ficassem a sós, mas ao mesmo tempo o clima da festa, a expectativa pela ação tornaria tudo mais interessante.

No dia acertado ela estava especialmente atraente. Vestiu-se como se fosse ao primeiro encontro, estava ansiosa e especialmente sensual. Seu corpo atraente, olhar fulminante, e elegante, chamava atenção juntamente com seu sorriso largo. A festa foi divertida com conversas, dança, bebidas e risadas. Ela dançou várias vezes com o namorado, mas ele a impediu sutilmente quando foi dançar com o futuro amante. Uma desculpa esfarrapada, um telefonema, ele só disse "Não quero que você descubra ou sinta nada agora, deixe tudo para a hora certa". Ela sorriu e ficou como uma criança, que sabe que têm presentes a serem abertos no natal mas só pode abri-los no momento certo.

A festa foi se prolongando, o martine estava fazendo efeito e ela estava impaciente com os convidados que não iam embora, aos poucos a casa foi ficando vazia e por fim restaram só os três conversando na sala. Ela percebeu que seu namorado tomava conta da situação e nada fazia, a não ser observar... Ela então tocou seu amigo, seu nmorado já não podia voltar atrás..., Um frio em sua barriga tomou conta... O amante a tocava de modo a excitá-la, comentava sobre sua beleza com o namorado, até que chamou a atenção para suas mãos e pés. Seu namorado os adorava e revelou que seu amigo também tinha especial atração por esta parte do corpo. Ela pediu a opinião dele sobre os seus pés, ele gostou. Ela tirou as sandálias e os ofereceu a ele que não perdeu a oportunidade de beijá-los. Ela começou a beijar o namorado que a acariciava enquanto o amigo beijava seus pés e suas pernas.

O namorado a pegou no colo e a levou para seu quarto, cama de casal, onde ela pediu para que eles tirassem suas roupas. Logo ela pôde perceber que o amigo era consideravelmente mais dotado que seu namorado, mas isso não o deixou constrangido. Ela segurou ambos os membros nas mãos, olhando nos olhos, ajoelhada no chão... Quis começar com o namorado mas o desejo a fez beijar o membro de seu amigo..., Lambê-lo, chupá-lo. Masturbava seu namorado e chupava o amigo, logo foi trocando, fervendo de desejo por poder possuir dois membros ao mesmo tempo. Esfregava-os em seu rosto, lambia-os inteiros, tentava abocanhá-los, chupava tudo com muito gosto.

Não percebeu quem a ergueu e começou a tirar sua roupa, mas ela sentiu quando o amante a beijou com vontade e sentiu seus seios serem sugados e lambidos ao mesmo tempo. Logo estava nua, deitada, sendo chupada por seu namorado, chupando seu amante. Ele ajoelhado perto dela, ela deitada de costas, pernas nas costas do namorado que a possuía com a língua. Começou a penetrá-la segurando suas pernas, ela mal se agüentava de prazer. Era o que ela desejava, dois membros a possuindo, a penetrando, um na boca, outro em sua vagina.

Pediu para ficar de quatro, penetração mais intensa. “Puxa meu cabelo com força!” pede ela... Seu namorado penetrava com gosto e seu amante em sua boca enfiava-lhe lentamente o pau que rígido estava..., Olhando fixamente para seu namorado, que sentia um frenesi incontrolável, um miscigenado de frio na barriga e na espinha. Um a segurava pela cintura, o outro pelos cabelos, ela mal tinha consciência do que acontecia, só sentia um prazer alucinante, penetração vigorosa, sua saliva escorria pelo pênis do amigo. Percebeu quando eles trocaram de posição. Seu amante era surpreendentemente divino. foi a maior penetração que já teve, deu um gemido alto, quando ele a penetrou. Agora tinha o pau de seu namorado em sua boca e o maior pênis que já vira em sua vagina! Enquanto a penetrava ele colocava um dedo em sua bunda. Era um dedo grande, grosso, o suficiente para dar-lhe prazer. Ela queria outra coisa alí...

Sentia as mão firmes em sua bunda, mãos carinhosas em suas costas, mãos em seus cabelos, membros a penetrando. Não sabia mais se era o álcool ou a excitação que a deixavam daquele jeito. Suava, gemia, gozava, gritava. Sentia prazer na forma como era possuída insanamente pelos dois, vulnerável, sendo guiada, como se não soubesse o que acontecia. Sentia mãos, dedos, bocas, línguas, mordidas, dor, prazer, suor, palpitação, calor, tesão, cansaço. Eles se revezavam em possuí-la, em beijá-la, lambiam seu suor, ela sentia o suor deles pingando em seu corpo.

Resolveu tomar as rédeas da situação. Jogou seu namorado de costas e sentou-se sobre ele. Seu amante timidamente quis penetrá-la por trás, sem saber da vontade enorme que ela tinha e o quanto gostava de sexo anal. Ele surpreende-se, ela estava realmente possuída de prazer, ainda mais com um pênis daquele tamanho, ela pedia com mais força."vai!, Vai!...Forte!!!!" Cavalgou o namorado enquanto o amante com força fazia suas vontades. Ela ainda queria o seu “gran finale”, um banho dado pelos dois machos.

Deitada, extenuada, viu os dois se masturbarem e gozarem sobre seu corpo, em seu rosto, seus seios... Ainda pôde chupar-lhes as últimas gotas de esperma antes que caísse quase desmaiada.

Seu namorado cuidou de despedir o amigo. Ela tomou um banho quente e dormiu em seus braços, pensando em como a recompensa tinha sido boa.
Enquanto ele pensava no prazer fantástico alucinante na face do amigo em possuir a mulher que sua era, e que em seus braços dormia...
Autora: Danielle Georg.